Ao completar 70 anos, Bunge Fertilizantes traz grandes pensadores para apontar os prováveis cenários para o agronegócio brasileiro

Fórum internacional reúne Alvin Toffler, John Naisbitt, Michel Prud'homme aos brasileiros Roberto Rodrigues e Rubens Ricúpero, para discutir o impacto e as tendências mundiais face ao aumento dos custos de matérias- primas e alimentos, para ajudar o agronegócio brasileiro a traçar cenários prováveis e se preparar para este novo período da história mundial

São Paulo, 26 de maio de 2008. Durante todo o dia de hoje, Rubens Ricupero, Roberto Rodrigues, Alvin Toffler, Michel Prud'homme e John Naisbitt estarão reunidos no Hotel Unique, em São Paulo, participando de um fórum da Bunge Fertilizantes, em comemoração dos 70 anos de atividades de empresa, que discutirá os prováveis cenários para o mundo e os impactos no agronegócio brasileiro. Os pensadores vão analisar os caminhos do agronegócio no futuro próximo, num mundo em contínuo crescimento populacional e com alterações profundas da cultura global.

Para Mario Barbosa, presidente da Bunge Fertilizantes, empresa promotora do evento, a questão central do encontro será a projeção do mundo dentro de 10, 20 e 30 anos. Como será a agricultura nesse período? O preço dos alimentos será acessível para a totalidade dos habitantes da Terra? Como será possível compatibilizar maiores preços de produtos alimentícios com menor renda disponível para sua compra? Como será um mundo em que crescem os gastos com produtos eletrônicos e um telefone celular custando menos que a comida?

"Os fertilizantes têm papel fundamental nestas discussões, pois a abundância de alimentos depende deles, bem como de outros insumos. As matérias-primas necessárias para produzi-los são, entretanto, finitas, e não estão igualmente distribuídas no mundo", comenta Barbosa. Dos três principais nutrientes do solo, fósforo, potássio e nitrogênio, o único que é abundante e se encontra em todos os lugares é o nitrogênio, que está no ar que respiramos. "Mas para transformá-lo em fertilizante, temos de usar o gás natural ou o petróleo, que são finitos e cujos preços são cada dia mais altos. Os outros dois, fósforo e potássio, são encontrados em minas cuja exploração tem um custo crescente, como está acontecendo com praticamente todos os minérios - vejam-se os casos do ferro e do cobre", exemplifica Barbosa.

O presidente da Bunge Fertilizantes lembra que o setor da empresa que dirige é responsável por aumentar a produção e a produtividade agrícola em cerca de 50%. "Portanto, se hoje temos 6 bilhões de pessoas habitando nosso planeta, metade desta população deve sua alimentação ao extraordinário nível de produtividade na agropecuária, alcançado graças à utilização dos fertilizantes", destaca Mário Barbosa. Ele chama a atenção para a incrível ascensão dos preços de uma série de commodities como petróleo, minério de ferro, níquel, cobre, fertilizantes e mesmo alimentos, nos últimos meses, que sinaliza a adoção de um novo patamar de níveis de preços, que tudo indica criará uma nova referência.

O Brasil, pela sua posição geográfica e pela dimensão de seu território, tem a responsabilidade de produzir um volume crescente de alimentos, aumentando a produtividade agrícola para alimentar uma população crescente em todo mundo. Ainda segundo o executivo, o Brasil tem uma enorme disponibilidade de terras, que podem ser transformadas de pastagens degradadas em áreas agrícolas, com água de chuvas em regime regular, com grande disponibilidade de sol - indispensável para a fotossíntese, e com profissionais preparados.

"Construímos nos anos recentes a maior base de agricultura tropical do mundo, desenvolvendo novas tecnologias, melhorando sementes e usando adequadamente os insumos, entre os quais os fertilizantes", enumera. A agricultura de hoje dispõe de auxilio técnico de altíssimo nível para produzir cada vez mais e melhor, preservando o meio ambiente. São tecnologias que usam satélites, gps, computadores etc. para possibilitar o uso cada vez mais eficiente dos insumos e das pessoas que trabalham no campo. E esta tecnologia vai aumentar muito nos próximos anos.

Nova campanha

Em comemoração aos seus 70 anos, a Bunge Fertilizantes, que nasceu em Cajati - SP, como mineradora de apatita (minério de fosfato), desenvolveu sua primeira campanha de mídia de massa, que começa a ser veiculada na próxima semana. Criada pela agência GNova, a ação tem como conceito "Bunge Fertilizantes 70 Anos. Raízes no Brasil" e é composta de quatro filmes, quatro anúncios impressos de página dupla e spots para rádio.

Para retratar o profundo conhecimento que a empresa tem da realidade do País, os protagonistas da campanha são genuínos contadores de "causos". Segundo o presidente da Bunge Fertilizantes , Mário Barbosa , "queremos mostrar que nesses 70 anos de atuação em solo brasileiro, a Bunge Fertilizantes conhece, como ninguém, o dia-a-dia dos agricultores do Brasil". Para encontrar os personagens foram mais de 200  contadores de causo testados.

Os anúncios, que serão veiculados nas principais revistas semanais, seguem a mesma linha criativa. São quatro ao todo, cada um retratando uma tradição da cultura popular brasileira: literatura de cordel, cerâmica marajoara, arte naif e areia colorida. A ação conta também com um site www.raizesnobrasil.com.br, que traz na home o desenho de uma árvore interativa - ao clicar nas folhas e nos frutos os internautas encontrarão informações sobre a empresa.

Com mais de 3.500 funcionários, 250 agrônomos e 60 mil clientes, a Bunge Fertilizantes atua em todas as etapas da produção de fertilizantes. Suas operações começam na mineração de rocha fosfática e calcário, passam pelo processamento químico e vão até a entrega do produto final: fertilizantes, calcário para correção do solo e componentes para nutrição animal.




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