Bunge Privilegia Parcerias para Sustentabilidade em seu Desempenho no País

O último ano marcou o avanço da Bunge no estabelecimento de parcerias e na mobilização da sociedade para o desenvolvimento sustentável, envolvendo ações como a Moratória da Soja na Amazônia, a Cartilha Responsabilidade Ambiental na Produção Agrícola e painéis de discussão com  stakeholders.  O Relatório Anual reflete essas ações a partir do título: Parcerias para a Sustentabilidade, e traz informações relevantes sobre como a empresa tem alcançado importantes índices de governança em suas operações e avaliação das externalidades, tais como o monitoramento da expansão da fronteira agrícola, por exemplo. Os painéis de stakeholders contribuíram na gestão por apontar o que clientes, instituições financeiras, colaboradores e ONGs esperam da Bunge. Outro destaque é a cartilha desenvolvida pela Bunge em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, com o objetivo de mostrar ao produtor rural como se adequar ao código florestal, disseminando melhores práticas agrícolas.

Desde 2003, a Bunge no Brasil vem publicando Relatórios sobre o desempenho de suas operações nas áreas econômica, social e ambiental e seu compromisso com o desenvolvimento sustentável. O formato e o conteúdo dessas publicações evoluíram de acordo com as tendências internacionais de transparência e equilíbrio na comunicação sobre as ações. Em 2005 a empresa aderiu ao padrão da Global Reporting Initiative (GRI), instituição européia composta por empresas, associações civis e outras organizações de todo o mundo, que estabelece um padrão internacional de relato que atenda às expectativas de consumidores, investidores, comunidades e demais públicos interessados, sendo o padrão mais aceito mundialmente. A última edição do relatório Bunge foi auditada e atingiu o nível A+, sendo uma das únicas empresas operantes no Brasil, e única setorialmente no mundo, a conseguir essa classificação. Isso reflete não apenas a transparência da empresa, mas seu compromisso com a sustentabilidade nacional, gerando referência globalmente.

A Bunge, que atua de forma integrada em toda cadeia produtiva de alimentos, obteve em 2007 resultados que refletem a melhoria da conjuntura setorial, mas que também são conseqüências da reestruturação operacional e estratégica que a empresa desenvolveu ao longo dos últimos anos. As vendas líquidas do Grupo no Brasil, em 2007, cresceram 33% em relação ao ano anterior, passando de R$ 13,69 bilhões para R$ 18,18 bilhões. O total de exportações foi de R$ 6,7 bilhões e os impostos pagos R$ 1 bilhão. No Brasil, a companhia possui cerca de 14800 colaboradores diretos e indiretos, 300 unidades e atende a 60 mil produtores rurais. Está presente em 16 estados e suas exportações seguem para mais de 30 países.

Parcerias e diálogo

Além de painéis de stakeholders, um fórum de sugestões, opiniões, críticas e propostas de melhoria da gestão em sustentabilidade, a Bunge também abriu outros canais de relacionamento pela causa, como o Planeta Sustentável, o Workshop Bunge de Sustentabilidade e o Destaque  Bunge Agricultor Brasileiro.   A empresa também adota um rígido esquema de contrato com seus fornecedores no que se refere à adoção de práticas trabalhistas corretas e da sua adequação à legislação ambiental.  O Relatório traz ainda uma análise das contribuições da Bunge para os Objetivos do Milênio da ONU. As ações corporativas de responsabilidade social do Grupo são coordenadas por uma Fundação, cujo foco é a educação e a produção de conhecimento, contribuindo para transformar a realidade do País, a partir dos professores, alunos e voluntários. O desempenho da Fundação Bunge é demonstrado por seus números: investimento total: R$ 4,85 milhões, ações realizadas: 2.025, pessoas envolvidas: 50 mil e alunos beneficiados: 9,2 mil.

Em 2007, a Bunge investiu cerca de R$ 33 milhões em projetos de gestão ligados a ações socioambientais e de infraestrutura pública. Na gestão interna, a empresa atingiu a importante marca de produção de 20% da energia elétrica utilizada nas operações, 77% de fontes renováveis para energia primária e 70% de reciclagem de água. Os cuidados da Bunge com os recursos naturais e o respeito ao meio ambiente, conduzem a ações de sensibilização e educação, que geraram benefícios e compromissos do homem com a preservação da natureza. Além do programa Resgate de Reservas do Cerrado e o Projeto Uso Planejado do Cerrado, presentes em mais de 260 mil hectares de fazendas, a Bunge lançou no final do ano passado o Aliança BioCerrado, uma parceria para promover a sinergia com empresas,  ONGs e comunidades locais na preservação do cerrado, um dos ecossistemas mais ricos do mundo.

 “Somos uma das empresas que assinou a moratória da soja em julho de 2006 se comprometendo a não comercializar soja plantada em áreas desmatadas da Amazônia. Uma parceria que deu resultado e já se estendeu, com o aval do governo federal, até 2009.”, resume Adalgiso Telles, diretor de Comunicação Corporativa, Marketing Institucional e Desenvolvimento Sustentável , lembrando que a Moratória da Soja na Amazônia inibiu a destruição do bioma, estreitou laços entre indústria, sociedade civil e governo, além de propor alternativas para a governança local. Outras ações de destaque na área ambiental são as Reservas Ambientais,  Centros de Educação e Divulgação Ambiental que já atenderam mais de 70.000 pessoas, Programa de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta em parceria com a Embrapa, Preservação da Mata Atlântica e promoção do consumo consciente e reciclagem de embalagens.




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