Projeto inovador da Bunge vai preservar 70.000 hectares de floresta

A partir do segundo semestre de 2012, o Brasil gerará créditos de carbono em uma área de floresta nativa no bioma amazônico, localizada em propriedade privada. Até então, a maior parte dos créditos de carbono florestais eram provenientes de áreas públicas ou de florestas plantadas.

O projeto, desenvolvido por meio de uma parceria entre a Bunge Environmental Markets e a Florestal Santa Maria, é um dos primeiros a gerar créditos de carbono em propriedade privada sob o princípio de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD). A ação aplica-se às emissões evitadas pela manutenção da floresta nativa em pé, iniciando uma nova fase na geração de créditos de carbono no país, com a valorização real desta vegetação. A área, localizada no município de Colniza (Norte do Estado do Mato Grosso), possui uma grande diversidade de pássaros e de espécies vegetais, que foram preservadas e mantidas, por anos, em propriedade privada.

A princípio, o projeto terá duração de 30 anos e evitará uma emissão total da ordem de 30 milhões de toneladas de CO² , ou cerca de 1 milhão de toneladas de CO² por ano. Além de aplicar seu conhecimento técnico, garantindo a qualidade e o alinhamento da iniciativa com as diretrizes oficiais do mercado voluntário de carbono (VCS - Verified Carbon Standard), a Bunge também firmou um compromisso de compra de parte dos créditos de carbono, permitindo a negociação antecipada.

Para mais informações sobre a Bunge Environmental Markets.




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