Nova rota de exportação privilegia modal hidroviário e reforça o compromisso da Bunge com a sustentabilidade

Nova rota de exportação privilegia modal hidroviário e reforça o compromisso da Bunge com a sustentabilidade


Grãos brasileiros chegarão à Europa com redução aproximada de 20% na distância e com mais de 20% de redução na emissão de CO2; ações envolvem preservação e educação ambiental para comunidade da região.

São Paulo, 25 de abril de 2014 - A nova rota de exportação de grãos inaugurada com o complexo portuário Miritituba/Barcarena representa um marco na história do desenvolvimento brasileiro e também reforça o compromisso da Bunge com a sustentabilidade no país. A nova operação logística pelo norte irá privilegiar o modal hidroviário por meio da hidrovia Tapajós-Amazonas, em detrimento ao rodoviário, gerando reduções não apenas na distância percorrida até os portos do mercado europeu, mas também em mais de 20% na emissão de CO2 devido à forma como a carga é transportada.

“Estamos investindo em um modelo de transporte mais sustentável porque acreditamos que esse é o caminho para o desenvolvimento do país. A navegação pelo rio eliminará a circulação de mais de três mil viagens de caminhões por mês nas estradas que antes levavam os grãos do Centro-oeste aos portos do Sul e Sudeste”, afirma Júnior Justino, diretor de Logística e Agronegócio da Bunge Brasil.

O compromisso com a sustentabilidade é parte do negócio da Bunge e a empresa possui ações acordadas com as prefeituras de Barcarena e Miritituba. Tanto que o Terminal Portuário Fronteira Norte (Terfron), localizado em Barcarena, foi instalado em uma área de 300 hectares, o que representa 736 campos de futebol, e apenas 6% correspondem a construções civis. Todo o restante abriga uma mata nativa onde fauna e flora são conservadas. Nesta área, a empresa implantou um Centro de Educação Ambiental (CEA), cujo foco das atividades está na comunidade local e é baseado em dois eixos: educação ambiental e geração de renda sustentável com produtos da floresta.

Além de um espaço para lazer, viveiro de mudas e horta, o CEA conta ainda com uma trilha ecológica, que pode ser percorrida pelos visitantes em 30 minutos, onde será possível conhecer espécies de animais e plantas nativas da Amazônia. As atividades educativas serão coordenadas e conduzidas por uma equipe de extensão e pós-graduação da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). “Criamos esse Centro de Educação Ambiental justamente para contribuir com a conservação da floresta, além de preparar os moradores da região a empreender atividades econômicas de forma sustentável”, explica Michel Santos, gerente de sustentabilidade da Bunge Brasil.

Em 2013, a Bunge iniciou um trabalho conjunto com a organização não-governamental The Nature Conservancy (TNC), aumentando seus esforços na promoção da agricultura sustentável no Brasil. A iniciativa tem se desenvolvido para que produtores rurais instalados em regiões consideradas ambientalmente sensíveis, possam adotar práticas sustentáveis na condução das atividades, tendo orientações especializadas de técnicos e agrônomos coordenados pela TNC. “Essa soma de esforços é prioritária para as duas organizações, pois possibilita a conservação e o desenvolvimento sustentável ao longo dos novos corredores de exportação. Em vista dos investimentos logísticos necessários para aumentar a capacidade de escoamento da produção agrícola, é imprescindível uma atuação responsável e em linha com as novas diretrizes da legislação ambiental.”, diz Martus Tavares, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Bunge Brasil.

 

Os investimentos logísticos estão sendo realizados a fim de aprimorar o sistema de escoamento da produção agrícola brasileira e atender à crescente demanda mundial por alimentos, de forma sustentável. Por isso, a Bunge acredita que tais investimentos devam ser acompanhados de cuidados com o meio ambiente, para que o desenvolvimento e a sustentabilidade continuem caminhando juntos.

 

Sobre a Bunge: Presente no Brasil desde 1905, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas de trigo, molhos e atomatados), serviços portuários até a produção de açúcar e bioenergia. Eleita empresa mais sustentável do agronegócio pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a Bunge conta com cerca de 20 mil colaboradores, atuando em mais de 100 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados e no Distrito Federal. Marcas como Salada, Soya, Delícia, All Day, Primor, Cardeal, Salsaretti e Bunge Pro estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.

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