Com sua produção fundamentada no processamento de alimentos e na fertilização do solo para a agricultura, a Bunge intensificou suas ações de preservação da biodiversidade em 2007. Para a Bunge, preservar os biomas significa garantir a sustentabilidade de seu negócio e colaborar para a manutenção da vida no planeta. A questão ambiental toma o topo da agenda mundial justamente no momento em que os problemas decorrentes do aquecimento global fazem acender o sinal amarelo como alerta para uma possível queda na produção agrícola.

Investir em ações que contribuam para reverter essa crise ambiental tem sido a tônica da Bunge no Brasil nos últimos anos. Em 2007, o Grupo investiu mais de 23 milhões em projetos ambientais em todo o País, em parcerias com ONGs e com o poder público. São investimentos responsáveis por mudanças na paisagem na região do Cerrado, que abrange os estados do Centro-Oeste e se estende até o Piauí; na Mata Atlântica de Santa Catarina, onde está a Reserva Figueira Branca, com mais de 3 milhões de metros quadrados; nas margens do Rio Tietê, na cidade de São Paulo, local onde estão sendo plantadas árvores e jardins ao longo de catorze quilômetros; e na preservação da Amazônia, com o desestímulo à produção de soja em novas áreas desmatadas.




"Acreditamos que com programas desenvolvidos por órgãos públicos ou privados seja possível agir de forma organizada e cientificamente fundamentada, atuando na definição de políticas públicas e colaborando na gradual recuperação de um imenso passivo ambiental acumulado nos últimos séculos", afirma o professor-titular do Departamento de Ciências Biológicas da Esalq/USP Ricardo Ribeiro Rodrigues, especializado em ecologia e restauração florestal, no estudo Adequação Ambiental de Propriedades Rurais, com ênfase na Restauração de Matas Ciliares, realizado em conjunto com os pesquisadores Sergius Gandolfi e André G. Nave.