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Semente da sustentabilidade

Com foco no produtor rural, a Bunge promove as melhores práticas agrícolas e fortalece o primeiro e mais sensível elo da cadeia de valor do agronegócio

80 mil
produtores rurais envolvidos no relacionamento com a empresa

AÇÕES DA BUNGE IMPACTOS NA CADEIA DE VALOR
• Incentivo à pesquisa de melhores práticas no cultivo
• Em 2009, foram realizados 430 eventos de educação e capacitação – fóruns, palestras, workshops e visitas técnicas, entre outros
• Capacitação e aperfeiçoamento dos produtores agrícolas
Workshops com consultores agrícolas: profissionais liberais que discutem, criticam e aplicam os conceitos de sustentabilidade difundidos pela Bunge a um grande número de produtores rurais, multiplicando os esforços no tema
• Foram beneficiados 80 mil produtores
• Participação no Steering Committee e benchmarking da Natural Value Initiative, iniciativa da Unep/ONY com a ONG Fauna & Flora International na criação de ferramenta para avaliação dos impactos da cadeia produtiva sobre a biodiversidade. • Criação de ferramenta para investidores avaliarem a gestão sobre biodiversidade, as oportunidades e os riscos de serviços ambientais em empresas com cadeia de suprimento agrícola
Checklist de Sustentabilidade, aplicado a todos os fornecedores que recebem financiamento
• Reconhecimento das boas práticas sustentáveis no campo por meio de prêmios
• Premiação de 15 produtores brasileiros em diferentes categorias do Prêmio Destaque Bunge Agricultor Brasileiro
• Divulgação e incentivo para que outros produtores adotem as boas práticas premiadas
• Mais de 13 mil produtores agrícolas venderam suas produções à Bunge
• A empresa avalia as informações em sustentabilidade de fornecedores primários e não adquire produção originada em áreas de desmatamento irregular (Ibama), tampouco de fazendas listadas pelo uso de trabalho análogo ao escravo
• Exigência, por meio de cláusulas contratuais, do cumprimento da legislação ambiental e trabalhista por parte dos fornecedores
700 fornecedores tornaram-se inativos por descredenciamento em decorrência de questões ambientais e trabalhistas em suas propriedades
• Nos casos de financiamento, a Bunge pode acompanhar a evolução em sustentabilidade de seus fornecedores por pontuação no checklist de sustentabilidade, gerando melhor conhecimento das necessidades de aprimoramento, de forma individual
• Combate ao desmatamento e incentivo às melhores práticas • Participação ativa na Moratória da Soja, que inibe o plantio em áreas desmatadas do bioma Amazônico, após julho de 2006
• Parceria com a Embrapa no programa Integração Agricultura-Pecuária-Floresta, permitindo que sejam avaliados os melhores sistemas de geração de renda, produtividade e diversificação da propriedade rural sem a necessidade de abertura de novas áreas. Para os anos de 2008, 2009 e 2010, a Bunge tem contrato de R$ 2,5 milhões de investimentos na Embrapa com esses fins

Com o pilar Agricultura Sustentável, a Bunge coloca o foco no produtor rural, promovendo sua sensibilização e capacitação para as melhores práticas agrícolas e exercendo rígido controle para fortalecer esse que é o primeiro e mais sensível elo da cadeia de valor.

Para garantir uma produção mais responsável no campo, a Bunge desenvolve uma abordagem em quatro etapas, já consolidada e reconhecida no mercado por meio de premiação e estudo de casos por entidades acadêmicas:

1) Conscientização e sensibilização

Conscientização e sensibilização dos produtores, por produtores, por meio de diversos programas, palestras, publicações e parcerias que geram o conhecimento da legislação, das boas práticas trabalhistas e da agricultura conservacionista.

Uma das maneiras de a Bunge contribuir para o aperfeiçoamento da agricultura é o patrocínio ao programa Lavouras do Brasil, um reality show exibido pela emissora de TV a cabo Canal Rural que monitora, 24 horas por dia, quatro lavouras, em diferentes regiões do Brasil. O trabalho, desenvolvido em parceria com a Embrapa, resultará em análises semanais do desenvolvimento da safra, divulgação das melhores práticas e dicas de especialistas.

2) Capacitação

Capacitação para obter aumento da produtividade, sem degradação do meio ambiente, de modo a evitar a abertura de novas áreas e buscar o melhor uso de insumos e recursos não renováveis.

Em 2009, foram realizados 430 eventos, com diversas finalidades técnicas, para os produtores, permitindo que os conceitos da agricultura sustentável fossem diretamente abordados e levados ao uso nas propriedades.

A Bunge elaborou, em parceria com o Instituto Ambiental do Paraná, uma cartilha para conscientização e capacitação dos produtores daquele estado a respeito de legislação, particularidades ambientais locais e melhores práticas. A parceria permitirá, no decorrer de 2010, que um grande universo de produtores locais entenda as necessidades de um dos principais estados produtores do Brasil, promovendo maior adesão à legislação ambiental, qualidade da produção e preservação da natureza. Trata-se de uma ação importante, que deve atingir 20.000 produtores de diversos níveis tecnológicos, com eventos de lançamento e distribuição conjunta no decorrer de 2010.

3) Reconhecimento

Reconhecimento a desempenhos exemplares por meio de premiações e diferenciação em relacionamentos cliente-empresa, de maneira a estimular os fornecedores a adotar as boas práticas em seu dia a dia.

Para incentivar produtores agrícolas a adotarem práticas sustentáveis na produção, a Bunge promove o Prêmio Destaque Bunge Agricultor Brasileiro. Ao todo, 15 profissionais, dos estados do Ceará, Bahia, Maranhão, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, foram premiados, em seis categorias: Sustentabilidade, Meio Ambiente, Responsabilidade Social, Parceria, Inovação e Produtividade.

Vencedores do Prêmio Bunge 2009

Produtividade

Sadi Secco – Rio Verde (GO)
Valmor Coradini Júnior – Bagé (RS)
Luiz Fernando M. Pereira – Santa Juliana (MG)
Franco Stedile – Vacaria (RS)
Geovani de Col Teixeira – Guarapuava (PR)
Washington Rodrigues – Alfenas (MG)
Alberto Schlatter – Chapadão do Sul (MS)

Parceria

Danilo Mattei – Itiquira (MT)
Fábio Roberto Lauck – Luis Eduardo Magalhães (BA)
Fernando e Carlos Baldasso – Água Clara (MS)
Marcos Lima – Fortaleza (CE)

Meio Ambiente

Laucídio Coelho Neto – Campo Grande (MS)

Inovação

Luis Adriano Teixeira – São José do Rio Preto (SP)

Sustentabilidade

Marino Franz – Lucas do Rio Verde (MT)

Responsabilidade Social

Elvídio Eloi Welsheimer – Tasso Fragosos (MA)

4) Sanções

Sanções (especificadas previamente) para os produtores que descumprirem a legislação e os acordos voluntários pró-sustentabilida de, como a suspensão dos contratos de compra e a interrupção do fornecimento de fertilizantes.

Os últimos levantamentos dos sistemas de bloqueio indicam que 673 fornecedores Bunge estão suspensos, por irregularidades ambientais perante o Ibama, e que 22 fornecedores agrícolas não podem mais fazer negócios com a Bunge, por desrespeito ao pacto voluntário contra condições de trabalho degradante nas propriedades. Assim, a Bunge garante que a produção agrícola de áreas com sérias não conformidades ambientais ou trabalhistas não entre em nossa cadeia produtiva.

Moratória da Soja

A Moratória da Soja, acordo pelo qual os signatários se comprometeram a não adquirir grãos de soja produzidos em áreas desmatadas após a assinatura do termo, foi firmado em 2006 e já renovado por duas vezes. Está renovado até julho de 2011, já tendo recebido endosso do Ministério Meio Ambiente, sendo um compromisso que vai além do que prevê a legislação vigente.

O mais recente levantamento, finalizado em 2010, mostrou soja presente em apenas 0,25% das novas áreas desmatadas no triênio 2007/2008/2009. Essa quantidade de soja representa 0,027% da produção nacional, e a Bunge trabalhou, juntamente com as outras empresas compromissadas com a moratória, para impedir que tal produção entre em sua cadeia produtiva. Cinco produtores rurais foram bloqueados nos cadastros da Bunge em decorrência de descumprimento da Moratória da Soja. O monitoramento das áreas torna-se, contudo, muito complexo e extenso, sendo que o grupo de trabalho, composto por ONGs, associações e empresas, está identificando uma nova forma de condução dos estudos, a fim de torná-los mais práticos.

Além disso, como a moratória não tem caráter permanente, a Bunge defende o estabelecimento de critérios nacionais que permitam um sistema de verificação voluntária, cujos resultados poderão ir além dos já obtidos pelo acordo.

Saiba mais informações sobre a cultura da soja, dicas e esclarecimentos no site www.canalrural.com.br/lavourasdobrasil

Como a Bunge assegura o cumprimento da legislação trabalhista por seus fornecedores

 

A Bunge Alimentos, empresa do Grupo que adquire os produtos agrícolas para comercialização e processamento, faz constar, em todos os contratos com seus fornecedores, cláusulas nas quais a contratada se compromete a seguir condutas adequadas, sob risco de rescisão. Veja abaixo a reprodução dessas cláusulas:

"i - o vendedor declara que se responsabiliza pelo cumprimento de todas  as leis, regulamentos e atos normativos pertinentes à proteção ambiental, sanitária e de biosegurança, mantendo, inclusive, as áreas destinadas `Reserva legal e de preservação permanente e as licenças necessárias para o pleno desenvolvimento de suas atividades, bem como se obriga a tomar todas as medidas cabíveis para produzir a mercadoria ora vendida, observando as melhores práticas agrícolas, sem qualquer agressão, perigo ou risco ao meio ambiente, assumindo expressamente todos os ônus ou sanções que decorram de eventuais infrações dessa natureza."

"ii - o vendedor se compromete, ainda a produzir a mercadoria ora contratada respeitando integralmente a legislação trabalhista, previdenciária e social, bem como os demais dispositivos legais relacionados à proteção dos direitos humanos, abstendo-se, principalmente, de impor seus colaboradores condições ultrajantes ou subumanas de trabalho, de restringir o direito constitucional de ir e vir, ou de ameaçá-los e/ou agredi-los fisicamente por qualquer razão que seja, inclusive, por dívidas de qualquer natureza."
"iii - não obstante o caráter de irrevogabilidade e irretratabilidade do presente contrato, e independentemente das penalidades previstas em caso de eventual inadimplência relacionada aos compromissos específicos de venda de mercadoria aqui ajustada, a compradora poderá rescindir o presente compromisso de compra e venda na hipótese de o vendedor vir a ser condenado pelas autoridades competentes por descumprimento de suas obrigações legais relativas ao meio ambiente e aos direitos humanos"

A Bunge Fertilizantes, por sua vez, vem implementando em todas as suas unidades, procedimentos específicos para avaliação de seus fornecedores, com base em aspectos relacionados à gestão ambiental e à segurança operacional, além do atendimento à legislação aplicável a empresa adota as seguintes condutas:

  • fornecedores - a matéria-prima utilizada no processo produtivo, pela sua especificidade, é originária de grandes conglomerados e complexos químicos nacionais e internacionais, cuja produção envolve mão-de-obra altamente especializada, maquinário com alta complexidade tecnológica, no qual não é possível a utilização de mão-de-obra infantil ou trabalho escravo. São empresas estruturadas, de cujas práticas de atuação responsável no aspecto socioambiental tomamos conhecimento pelos relatórios anuais.
  • contratados - a empresa monitora o cumprimento da legislação, negocia e impões exigências em contrato, relacionadas a condições adequadas de trabalho, salário compatível com o mercado e aspectos de segurança, entre outros. Nas unidades industriais, os funcionários terceirizados fazem as refeições no restaurante industrial da empresa, participam de treinamento de segurança e são envolvidos em várias iniciativas. No caso da fertimport, pela natureza de sua atividade, de prestação de serviço, não há política formal para o monitoramento de fornecedores, porém os contratos são elaborados tomando como base os valores da Bunge, respeitando-se as exigências legais brasileiras. Não há registro de denúncia que possa estar ferindo os contratos em vigêngia.

Conformidades

A produção de fertilizantes pagou, em 2009, um total de R$ 702.474,00 em multas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por conta de divergências nos teores de nutrientes encontrados em amostragens realizadas. Foi pago também o total de R$ 66.672,00 ao Inmetro, referentes a não conformidades em embalagens. Os processos industriais foram prontamente aprimorados para identificação desses casos isolados, e o controle foi incrementado para não mais permitir tal situação.

Para os consumidores de fertilizantes, é realizada pesquisa verificando o nível de satisfação dos clientes por meio da metodologia Net Promoter Score (NPS), que calcula o balanço entre clientes promotores (que promovem os produtos/serviços da empresa) e detratores (que não recomendam os produtos/serviços da empresa). A pesquisa referente a 2009 mostra que, em todas as marcas de fertilizantes comercializadas pela Bunge, o número de clientes promotores é superior ao de clientes detratores, por índices que variam de 16 a 47 pontos percentuais.

Existe também uma sistemática interna para o registro de todas as manifestações. As reclamações são tratadas por meio de ações corretivas no Sistema de Gestão da Qualidade da empresa.

A Bunge é membro do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

Na produção de fertilizantes, todas as matérias-primas e todos os produtos expedidos são analisados para monitoramento do nível de contaminantes, além de rígidos critérios de qualidade que garantam boas condições aos produtos. Em 2009, como no ano anterior, quatro produtos da marca Ouro Verde receberam o selo do Instituto Biodinâmico (IBD) de produtos orgânicos: Fosfato Natural Reativo – BG 4, Fosfato Natural Reativo – Arad, Sulfato de Potássio e Sulfato de Magnésio – Kieserita.