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Fator-chave para a sustentabilidade

O pilar de Efeitos Climáticos da Plataforma de Sustentabilidade permite à Bunge maior agilidade no aprimoramento de sua gestão




 

A quantidade de energia economizada em 2009 representa
10%
do consumo total da companhia

 
 

29,5%
da energia consumida pela Bunge em 2009 foi de geração própria*

* Total de energia gerada por vapor do ácido sulfúrico sobre o total de energia elétrica comprada. A partir de 2013, com produção de energia pelas usinas de açúcar e etanol, estima-se que a geração irá superar a necessidade de energia elétrica para todas as operações no Brasil

AÇÕES DA BUNGE IMPACTOS NA CADEIA DE VALOR
Investimento na geração de energia a partir de fontes renováveis • 10,9 milhões de GJoules produzidos a partir de biomassa renovável, gerando energia mais limpa
• Redução de 12% de emissão de gases de efeito estufa
• A Bunge promove, ativamente, projetos relacionados a MDL – Mecanismos de Desenvolvimento Limpo e redução de emissões de gases de efeito estufa na cadeia produtiva e de outros parceiros. Vários projetos fomentados continuarão ativos além da vigência atual do Protocolo de Kyoto e, em 2009, tais projetos propiciaram a redução de 250 mil toneladas de carbono no ambiente. Esse valor representa 73% do valor das emissões da Bunge no Brasil
Cerca de 90% da biomassa utilizada provém de fontes renováveis. Isso antecipa o cumprimento da meta, estabelecida para 2012, de 100% de autossuficiência em biomassa renovável para uso na empresa • Com foco em biomassa renovável, madeiras de desmatamentos, ainda que totalmente legais, não mais serão usadas pela Bunge
Aperfeiçoamento dos processos industriais para redução do consumo de energia nas unidades • 1.301.669,61 de GJoules de energia economizada

A área total disponível para cultivo de alimentos no planeta é pequena e, por isso, a utilização de fertilizantes para aumentar a produtividade é fundamental. A Bunge inicia sua atuação por meio da produção segura de fertilizantes, seguindo padrões rígidos de qualidade e buscando a maior eficiência no consumo de energia e água e no controle das emissões.

Não existem comprovações científicas que permitam totalmente afirmar que o recente aumento das chuvas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil seja uma consequência do aquecimento global. Contudo, com base nos estudos apresentados até agora, é possível presumir que o aumento dos gases causadores de efeito estufa na atmosfera pode causar alterações climáticas significativas, como estações mais chuvosas.

A Bunge entende que esse fenômeno pode trazer fortes modificações, no longo prazo, para o agronegócio e para toda a sociedade, o que pode mudar o desempenho das culturas agrícolas no território brasileiro. Um estudo recente da Embrapa aponta para a possível mudança de aptidão agrícola de algumas regiões e, assim, um dos focos de atuação da empresa está voltado para a compreensão e a conscientização dos efeitos climáticos.

Investimentos na unidade Rio Grande

Os investimentos realizados pela Bunge na unidade produtora de fertilizantes de Rio Grande (RS) são um exemplo da aplicação da Política de Sustentabilidade. Foi implantado um novo sistema de recirculação e reúso do efluente líquido, o que melhorou a qualidade dos corpos hídricos da região. O combustível utilizado passou a ser o cavaco de lenha, uma fonte renovável cuja contribuição para emissões de gases de efeito estufa é significativamente menor do que a dos combustíveis fósseis utilizados anteriormente. Além disso, a planta agora conta com um novo sistema lavador de gases, que diminui a emissão de material particulado e melhora a condição atmosférica.

Consumo de energia

A queda de produção na área de Alimentos, a que mais consome energia renovável, influenciou na redução da participação desse tipo de energia no período.

EN6: Em 2009, aproximadamente 91% da energia consumida nas unidades de produção de alimentos proveio da biomassa (resíduos de madeira, bagaço de cana-de-açúcar e palha de arroz, entre outros itens). Em relação ao ano anterior, houve queda de dois pontos percentuais na participação da energia gerada por biomassa, em função da redução da produção industrial.

Em Alimentos, as ações para a conservação de energia visam à melhoria contínua de processos, com a substituição e a manutenção de equipamentos ineficientes, a redução do consumo em horários de maior demanda e o desligamento de equipamentos.