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Responsabilidade no agronegócio

A Bunge atua na erradicação de práticas de trabalho ilícitas e promove
o respeito às liberdades individuais e à dignidade das pessoas

HR8O Código de Ética e a Política de Sustentabilidade guiam as práticas e os procedimentos da Bunge no que se refere aos direitos humanos. Esses documentos explicitam a proibição da discriminação e promovem o respeito ao ser humano.

A Bunge exige de todos os seus fornecedores o cumprimento da legislação trabalhista, pois as atividades agrícolas podem apresentar condições de risco de abusos, como a ocorrência de trabalho infantil ou forçado e a inibição da liberdade de associação coletiva.

HR1Todos os padrões de contrato foram revistos, e cláusulas relativas a direitos humanos foram inseridas
.

HR2A Bunge é signatária do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, e todos os integrantes de suas equipes de segurança, feita por empresas terceirizadas, são submetidos a treinamentos que abordam as políticas de segurança e os valores corporativos, com ênfase no tema dos direitos humanos.

Como signatária, a Bunge submete todos os seus fornecedores à checagem de listagem dessa infração de direitos humanos, processo válido para os fornecedores críticos agrícolas, exigindo, em todas as unidades, que todos os seus fornecedores cumpram à risca a legislação trabalhista, de modo a inibir eventuais práticas de trabalho forçado ou análogo ao escravo, ou mesmo de trabalho infantil, nas atividades desenvolvidas ao longo da cadeia do agronegócio. A Bunge conta com sistemas de bloqueio automático que impedem a realização de negócios com fornecedores que se utilizam de tais práticas.

HR6 / HR7No negócio Fertilizantes, em função da natureza das suas operações, não temos risco de trabalho análogo ao escravo ou infantil, seja no processo produtivo próprio, seja no de fornecedores.

Liberdade de associação

HR5A liberdade de associação e negociação coletiva é um direito reconhecido e respeitado pela Bunge. A empresa busca manter um relacionamento respeitoso com as entidades de classe, cumprindo com rigor o estabelecido nas convenções coletivas, recolhendo ao sindicato dos trabalhadores as mensalidades e outros descontos, desde que autorizados pelo empregado.

As lideranças são orientadas a respeitar essa liberdade de associação dos empregados, sem coibir a participação ou ter quaisquer atitudes persecutórias. Assim como na Bunge Gaspar, na CCT do Sindamar (estado de São Paulo) e também em Vitória existe uma cláusula que menciona um formulário de opção para sindicalização quando da admissão de novos empregados, bem como previsão de contribuições assistenciais destinadas ao sindicato da categoria profissional. Na CCT de Vitória há previsão de cobrança de taxa assistencial do empregado, mas com perspectiva de oposição ao desconto por sua iniciativa.