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A força da integração

 

Em todos os momentos, devemos buscar oportunidades de melhoria. Esse é um dos desafios para a Bunge no Brasil, que nos últimos meses iniciou um processo de reestruturação de sua gestão para integrar ainda mais suas operações no País. O objetivo é, cada vez mais, produzir os melhores e mais eficientes serviços para nossos clientes e consumidores, consolidando a posição de liderança da empresa no País.

Na nova configuração, pretendemos otimizar as sinergias entre o que havia de estrutura da Bunge Alimentos e da Bunge Fertilizantes, mudando o foco da gestão de empresas para a gestão por áreas de negócios – Fertilizantes, Agronegócio, Alimentos & Ingredientes, Açúcar & Bioenergia e Bunge América Latina & Caribe. Todas as áreas ficam agora sob o guarda-chuva único da Bunge Brasil. A medida permite uma redução de custos e, sobretudo, fortalece a empresa, ao proporcionar maior agilidade nas respostas às demandas dos clientes e de todos os nossos principais públicos de relacionamento.

Ao atuar de forma integrada, com objetivos e planos estratégicos coesos, a Bunge quer continuar avançando como uma das corporações mais importantes do agronegócio brasileiro. Assim, sua opção estratégica de valorizar não apenas a performance financeira, como também a preservação dos recursos naturais e o desenvolvimento social, ganha ainda mais força, ampliando as possibilidades de interagir com stakeholders em sua cadeia de valor.

Como parte de sua estratégia de crescimento sustentado, a Bunge firmou, em janeiro de 2010, um acordo para a venda de seus ativos relacionados à produção de fertilizantes para a Vale S.A. Sob os termos do acordo, a Vale adquire a participação que a Bunge detinha na Fosfertil, bem como as minas de fosfato no Brasil, sendo o valor total da transação de R$ 3,8 bilhões. A Bunge mantém seu negócio de varejo em fertilizantes. O capital obtido permitirá à Bunge aumentar a escala de seus negócios de ingredientes, alimentos e agronegócio em âmbito global, além de ampliar a participação em cadeias de valor complementares, como a de açúcar e bioenergia.

Neste último setor, em particular, o Brasil consolida-se como uma referência mundial na produção de energia a partir de fontes renováveis, graças a seu papel de destaque no desenvolvimento do etanol, menos poluente do que os combustíveis fósseis. Em janeiro de 2010 a companhia adquiriu 100% do controle de cinco usinas do Grupo Moema. Ao investir na aquisição de usinas e áreas para cultivo de cana-de-açúcar, a Bunge privilegia o respeito ao meio ambiente e às condições dignas de trabalho e dá mais um passo decisivo para o desenvolvimento de negócios dentro dos conceitos de sua Plataforma de Sustentabilidade.

A Bunge é reconhecida pelo mercado e pela sociedade como uma das empresas mais atuantes na questão da sustentabilidade. Prova disso é que, em 2009, a Bunge foi a única em seu setor a ser escolhida como uma das 20 empresas-modelo pelo Guia Exame de Sustentabilidade. Esse reconhecimento mostra que, ao olharmos para o planeta e para as pessoas, estamos também cuidando da perenidade de nosso próprio negócio.

Queremos também promover a união de esforços em busca de uma produção mais justa e com menos impacto no ambiente externo. Isso já é parte da nossa história centenária no País e evolui em um ritmo cada vez maior, por meio de políticas, parcerias e investimentos próprios. É possível, claro, fazer muito mais. Ainda não alcançamos plenamente nossos objetivos. Embora os primeiros resultados do processo de integração nos deixem bastante satisfeitos, será preciso muito mais dedicação e trabalho para obtermos o êxito desejado. Por ora, a única certeza que temos é de que a opção por ser uma empresa sustentável, aberta ao diálogo e consciente de sua responsabilidade não vai mudar. Ao contrário, a partir de agora, está alçada a um novo patamar.

Pedro Parente
Presidente e CEO da Bunge Brasil