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As áreas de negócio da Bunge no Brasil

Atuação tem foco nos segmentos de Agronegócio,
Alimentos & Ingredientes, Açúcar & Bioenergia, Fertilizantes
e América Latina & Caribe

150
milhões

foi o valor do investimento na fábrica de processamento de soja em Nova Mutum (MT), a segunda maior da Bunge no País

 
 

165
milhões

foram investidos na construção do Moinho Suape (PE), o mais moderno da América do Sul

A Bunge é reconhecida no mercado por sua atuação integrada na cadeia produtiva. Em 2009, cerca de 80 mil produtores rurais se relacionaram com a companhia, que se preocupa em incentivar uma produção agrícola que respeite o meio ambiente e os direitos trabalhistas, além de promover o desenvolvimento social nas regiões em que atua.

Em 2009, suas práticas e estratégias tornaram a Bunge a única empresa do agronegócio a fazer parte da relação das 20 empresas escolhidas como modelo pelo Guia Exame de Sustentabilidade, uma das principais publicações sobre gestão sustentável. A companhia também foi premiada pela Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) por desenvolver o melhor trabalho de Comunicação e Relacionamento com Fornecedores, com o estudo Sustentabilidade na Cadeia de Valor. No exterior, outra premiação inédita relativa à gestão em sustentabilidade: o Excellence Sourcing Award, no Congresso Mundial de Supply Chain realizado em Dusseldorf, Alemanha, mostrando que o modelo aplicado no Brasil é valorizado em um dos mercados mais exigentes do mundo, o europeu.

Agronegócio

A Bunge é líder no setor do agronegócio no País. Em 2009, comercializou 21 milhões de toneladas de soja, trigo, milho, caroço de algodão, sorgo, girassol e açúcar, 10,5% a mais do que no ano anterior.

A Bunge ampliou sua atuação no setor ao inaugurar, em junho de 2009, uma fábrica de processamento de soja no município de Nova Mutum, a 264 km de Cuiabá (Mato Grosso). Com um investimento de R$ 150 milhões, a nova planta tem capacidade para esmagar 1,3 milhão de toneladas de soja por ano. É a segunda maior unidade de industrialização de soja da Bunge no Brasil (a maior delas se localiza também no estado, em Rondonópolis). A construção da fábrica de Nova Mutum durou 14 meses e seguiu rígidos padrões de sustentabilidade, como a criação de um sistema para recuperar e tratar todo o efluente dentro da própria planta. Também será criada uma reserva ambiental, em uma área de 70 hectares, a exemplo do que a empresa já faz no município de Gaspar, em Santa Catarina.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República, Eduardo Campos, governador de Pernambuco, e Alberto Weisser, CEO mundial da Bunge

Também em 2009, a Bunge inaugurou o Moinho Suape, localizado no complexo industrial portuário de mesmo nome, no litoral de Pernambuco. Resultado de um investimento de R$ 165 milhões, trata-se do mais moderno moinho da América Sul. Tem uma capacidade de moagem de 1.950 toneladas de trigo por dia e, graças a sua localização, a nova unidade permite um atendimento mais ágil aos clientes, ao mesmo tempo em que reduz os custos e as emissões decorrentes do transporte marítimo.

Alimentos & Ingredientes

Soya

A Bunge mantém a liderança nos mercados de margarinas, óleos envasados, farinha e pré-misturas para panificação. Em seu portfólio destacam-se, também, maioneses e azeites para atender consumidores finais e ingredientes para nutrição animal. Entre as principais marcas de consumo estão Soya, Cyclus, Delícia, Primor, Salada, Cocinero, Andorinha e Bunge Pro.

Açúcar & Bioenergia

Um dos setores em que a Bunge vem mais ampliando sua atuação é o de produção de açúcar e etanol. A empresa possui oito usinas de cana-de-açúcar. Somadas, as unidades têm capacidade de processar aproximadamente 21 milhões de toneladas de cana por ano. A usina de Pedro Afonso teve sua construção iniciada em 2009, e o empreendimento terá, em quatro anos, capacidade para produzir 4,4 milhões de toneladas por ano e oferecerá até 1.400 empregos diretos nas atividades agrícolas e industriais.

Já em Santa Juliana, usina adquirida pela Bunge em 2007, o plano é aumentar a capacidade produtiva para 4,2 milhões de toneladas anuais. Nas duas instalações, a Bunge mantém uma parceria com a japonesa Itochu, uma das maiores tradings do mundo. Juntas, a Bunge e a Itochu estão investindo cerca de US$ 800 milhões para o desenvolvimento dos dois negócios.

A Usina Monteverde, localizada em Ponta Porã, foi inaugurada em 2009 e produzirá inicialmente apenas etanol. A partir de 2012, deverá produzir, também, açúcar. A Bunge adquiriu 60% do capital da usina durante sua fase de construção.

Os investimentos da Bunge no setor de energia e açúcar vão além da preocupação com a atividade econômica e atingem também o plano social e ambiental. O bagaço e a palha da cana são aproveitados para gerar energia elétrica – uma fonte de energia limpa e renovável. Parte da energia é consumida nas usinas, para a produção de etanol e açúcar. O excedente de energia é distribuído para os municípios. Em Pedro Afonso, a Bunge firmou parceria com a Faculdade Rio do Sono para a implantação do curso de Tecnólogo em Gestão Agroindustrial, que vai preparar moradores da região para ingressarem como colaboradores da indústria.

HR1Em dezembro de 2009, a Bunge tornou-se controladora de 100% da Usina Moema Participações S.A., a Moema Par, holding que possuía uma usina de cana-de-açúcar e participação em outras cinco, no Brasil. A Bunge consolidou a aquisição de cinco usinas do Grupo Moema, com uma capacidade total de moagem de cana-de-açúcar de 13,7 milhões de toneladas. Toda a expansão dos negócios da Bunge no setor de Açúcar & Bioenergia é alinhada com as necessidades de desenvolvimento sustentável aplicadas à empresa no Brasil. Cronogramas de implantação de projetos de sustentabilidade, avaliação de impactos e aprimoramento do tema na unidade de negócio estavam em rápida evolução durante os primeiros meses de 2010. A proposta da Bunge é levar, ao setor de Açúcar & Bioenergia, o mesmo padrão em sustentabilidade que a faz referência na produção de alimentos e no relacionamento com o produtor rural.

Fertilizantes

Líder no setor, a Bunge atua na comercialização de fertilizantes para agricultura, pecuária e floresta, com distribuição em todo o Brasil. Suas marcas, IAP, Manah, Serrana e Ouro Verde, estão entre as mais reconhecidas do público rural e atendem diferentes segmentos. Além de usinas, cooperativas e outros clientes empresariais, as equipes técnicas e comerciais capacitadas têm forte interação com os produtores rurais na questão de melhores práticas e suporte na gestão da propriedade para fertilidade do solo. Em 2009, foram produzidos 5,9 milhões de toneladas de fertilizantes destinados ao produtor rural, volume 2% superior ao exercício de 2008.

Em janeiro de 2010, a Bunge firmou um acordo para que a Vale S.A. assumisse os ativos relacionados à produção de fertilizantes no Brasil. Minas de fosfato e instalações produtivas em Araxá (MG) e Cajati (SP), bem como a participação de 42,3% na Fosfertil, passam para o controle da Vale. Em função dessa venda, a publicação dos indicadores de sustentabilidade relativos à mineração será descontinuada, não mais fazendo parte das operações da Bunge no Brasil. A atuação no varejo de fertilizantes com as tradicionais marcas é mantida. Essa reestruturação permitirá manter os altos padrões de qualidade, segurança e competitividade que têm pautado a atuação da Bunge, além de manter o forte relacionamento com o público rural.

Bunge América Latina & Caribe

Uma janela aberta para oportunidades de negócios. Assim pode ser definida a operação da Bunge na América Latina, que, desde 2000, concentra a presença de representantes de diferentes partes do mundo em Miami, nos Estados Unidos. Vendas antes feitas isoladamente pelas áreas de Exportação da Bunge para os países da América Latina passaram a ser coordenadas, de forma sinérgica, criando valor para a companhia na região. Trata-se de uma plataforma flexível, que tem como função principal prover os clientes da América Latina com a melhor solução para suas demandas de produtos alimentícios e, com isso, ganhar espaço para as exportações da Bunge, envolvendo os segmentos de Agronegócio, Alimentos & Ingredientes, Açúcar & Bioenergia e Fertilizantes.

Operação logística

Uma parte importante da atuação da Bunge no setor de agronegócio depende das operações logísticas realizadas por meio da Fertimport, estrutura da área de Agronegócios Bunge, estando presente nos principais portos do Brasil e da Argentina. Ela oferece apoio na comercialização de produtos para o exterior, realizando serviços como agenciamento marítimo, operação portuária, desembaraço aduaneiro e gerenciamento de processos de importação e exportação.