Governança
corporativa

A integração implicou a revisão dos processos decisórios
e de gestão e ajudou a fazer a sustentabilidade
mais presente nas operações da Bunge Brasil

Com quatro áreas de negócio operando de forma sinérgica, é primordial que a governança corporativa estabeleça as regras de operação e procedimentos para o alinhamento das estratégias, ações e metas da empresa. As metas de sustentabilidade guiam os objetivos estratégicos da Bunge e estão associadas às áreas de negócios, integrando a estratégia local para diretores e gerentes. O modelo de gestão permite o alinhamento corporativo para manter um modelo de excelência que traduza o jeito de ser, pensar e agir da companhia no seu relacionamento com os diversos públicos. A cultura organizacional é voltada para o desafio de transformar-se na melhor empresa de agronegócio, alimentos e energia do Brasil. 2.3

A Integração buscou eficiência

Consolidada em 2011, a operação de integração reuniu três empresas (Bunge Alimentos, Bunge Fertilizantes e Fertimport) em apenas uma, difundindo os valores da Bunge a todos os colaboradores a fim de cristalizar a nova forma de governança. O novo modelo concedeu à empresa uma imensa vantagem em um mercado altamente competitivo. Enquanto a descentralização permite que divisões atuem  localmente com mais agilidade e liberdade, garantindo maior receptividade dos produtores rurais, clientes e consumidores, o alinhamento das ações promove a integração de todos em torno de um objetivo. 2.3

Nesse processo de integração também se definiu a visão e a missão da corporação. Um dos grandes legados dos trabalhos de integração tem  sido a difusão da nova cultura com os negócios  de forma que amplia a transversalidade da sustentabilidade nas ações e nos processos, incluindo a governança. O processo foi chamado de “sustentabilidade expandida”, com o objetivo de aumentar a integração e a sinergia entre as áreas de negócios da Bunge no Brasil e a eficiência na gestão corporativa.

A Estrutura de Governança

Os colaboradores da Bunge, no dia a dia das operações, levam em conta a complexidade do mundo nas decisões de gestão. Por isso, sabem que os métodos tradicionais de gestão, que costumam isolar as decisões empresariais dos contextos geopolíticos, sociais e culturais, não são adequados para garantir a continuidade e o progresso dos negócios. Assim, a companhia mantém um colegiado que busca as melhores decisões para os negócios, além do desenvolvimento das ações pelas diferentes áreas da empresa. 4.1

A Bunge considera que a ausência de certeza científica não deve ser utilizada como justificativa para prevenir a ameaça de danos sérios ou irreversíveis ao meio ambiente ou à saúde humana. Esse princípio da precaução é observado nas fases de desenvolvimento, concepção, fabricação e distribuição de produto. 4.11

Conselho Consultivo

O Conselho Consultivo é o mais alto órgão de governança da Bunge Brasil, responsável pelo alinhamento dos direcionamentos estratégicos e formado pelo CEO da Bunge Limited e mais sete personalidades reconhecidas no mercado pelas competência e experiências em diferentes áreas. O processo para determinação das qualificações e do conhecimento dos membros do mais alto órgão de governança para definir a estratégia da organização para questões relacionadas a temas econômicos, ambientais e sociais ocorre por seleção e tem como base a experiência em promoção do desenvolvimento sustentável.

O CONSELHO REÚNE-SE A CADA QUATRO MESES
Conselheiro Status Carreira e Realizações
Alberto Weisser Membro
executivo
Presidente do Conselho e CEO da Bunge Limited.
Alysson Paulinelli Membro
externo
Engenheiro agrônomo, atuou como ministro da Agricultura, presidente do BEMGE, presidente da Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e deputado federal. É professor emérito da Universidade Federal de Lavras.
Eliezer Batista da Silva Membro
externo
Engenheiro químico, foi ministro da Minas e Energia e esteve à frente da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), além de ter sido um dos fundadores do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentado (CEBDS), da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS) e do Instituto Bio Atlântica (I-Bio).
Mário Alves Barbosa Neto Membro
externo
Engenheiro de produção, tem vasta experiência na área de fertilizantes no País, atuando nas maiores empresas do setor. Presidiu a Bunge Fertilizantes até 2010.
Oscar de Paula
Bernardes Neto
Membro
externo
Engenheiro químico e administrador de empresas, integra os conselhos de administração de diversas empresas no Brasil, incluindo Companhia Suzano de Papel e Celulose e Gerdau S.A., e no exterior, como Delphi Corporation, nos Estados Unidos, e Johnson Electric, em Hong Kong.
Sérgio Roberto Waldrich Membro
externo
Engenheiro químico, desenvolveu sua carreira em empresas de agronegócios, tendo amplo conhecimento dos setores de grãos, alimentos e ingredientes. Presidiu a Bunge Alimentos até 2010.
Pedro Malan Membro
externo
Ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central.

A nova missão e visão consolidou a Cultura Bunge nos negócios do Brasil e ampliou a transversalidade da sustentabilidade

O Conselho Consultivo reúne-se a cada quatro meses para alinhar direcionamentos estratégicos. O presidente e CEO da Bunge Brasil, como o principal representante do Comitê Executivo, não participa do Conselho Consultivo. Ele se reporta diretamente ao chairman e CEO da Bunge Limited e também coordena todo o processo de gestão e a aplicação da Política de Sustentabilidade da empresa. 4.1, 4.2, 4.3 e 4.7

Comitê Executivo

O Comitê Executivo Bunge é coordenado pelo CEO. É a instância responsável pela tomada de decisões na nova estrutura integrada da Bunge Brasil. Trata-se de um órgão colegiado que se reúne uma vez por semana e responde pela aprovação de todas as iniciativas com impacto direto nos negócios – com desempate pelo voto de Minerva, se necessário, do principal executivo da Companhia, o presidente e CEO da Bunge Brasil. Define estratégias para os negócios, governança e gestão, incluindo os temas de sustentabilidade da Bunge Brasil, inclusive projetos, políticas, metas e objetivos de sustentabilidade.

Gestão em Sustentabilidade Bunge: decisões compartilhadas no Comitê Executivo e desenvolvimento das ações pelas diferentes áreas da Empresa.


Fazem parte do Comitê Executivo representantes de todas as vice-presidências da Bunge no Brasil.

As metas de sustentabilidade definem os objetivos estratégicos da Bunge e estabelecem os critérios de remuneração para os colaboradores, inclusive membros do Comitê Executivo.

Em conformidade com o presidente e CEO da Bunge Brasil, o Comitê Executivo estabelece as metas apontadas pelo board da matriz em White Plains, EUA, que incorporam questões relativas ao desenvolvimento sustentável. Presente em todas as áreas da empresa, a sustentabilidade é compartilhada e alinhada à rotina operacional da Bunge. 4.1

A remuneração para os colaboradores, incluindo membros do Comitê Executivo, é guiada pelas melhores práticas de Recursos Humanos e remuneração do mercado. São promovidas auditorias periódicas nas unidades industriais e nos escritórios nacionais e regionais para assegurar a confiabilidade das informações em relação aos desempenhos econômico, ambiental e social.





Controles Internos Código de Ética e Conduta Política Global de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Bunge Brasil Política de Sustentabilidade do negócio de Açúcar & Bioenergia Política de Meio Ambiente Política de Uso da Terra e Biodiversidade Política de Relacionamento com Fornecedores

Auditorias

Anualmente são realizadas auditorias internas e externas, tanto nas unidades industriais como nos escritórios nacionais e regionais, para avaliações de compliance das informações em relação aos desempenhos econômico, ambiental e social. 4.11

Princípio da Precaução

Todo o ciclo de vida dos produtos Bunge – desenvolvimento, concepção, fabricação e distribuição – atende ao Princípio da Precaução, que recomenda que a ausência de certeza científica não deva ser utilizada como justificativa para prevenir a ameaça de danos sérios ou irreversíveis ao meio ambiente ou à saúde humana. Esse princípio foi criado durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Rio 92.

Compromissos HR6 e HR7

A Bunge Brasil adota em suas operações e relacionamentos compromissos públicos que apoiam a Política de Sustentabilidade. Confira alguns:

  • Signatária da Moratória da Soja na Amazônia brasileira;
  • Signatária do Pacto pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil;
  • Signatária do Pacto Social do Governo Federal pela Melhor Condição de Trabalho em Cana-de-Açúcar;
  • Não compra produção agrícola originada de áreas embargadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e responsável pela execução da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), pelo controle e pela fiscalização sobre o uso dos recursos naturais (água, flora, fauna, solo, etc.) e pela concessão de licenças ambientais;
  • Contribui para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU;
  • Atua na disseminação, na capacitação, na verificação e no reconhecimento das práticas de sustentabilidade adotadas pelos fornecedores na cadeia produtiva. 4.12

Transparência e Interatividade

Os temas relativos à sustentabilidade são trabalhados de forma aberta e transparente em todas as áreas da Bunge, incluindo temas ligados à sustentabilidade do negócio. Caso as instâncias intermediárias não cheguem a um acordo, a discussão é levada para o Comitê Executivo e para o colegiado.

Caso haja risco de um impacto atingir as operações fora do Brasil, o assunto é discutido com a Bunge Limited. A própria estrutura da Bunge ao mesmo tempo integrada e descentralizada, facilita a tomada local de decisões e concede mais liberdade de ação, garantindo maior receptividade dos produtores locais, clientes e consumidores. Paralelamente, o alinhamento das ações garante que todos trabalhem para alcançar o mesmo objetivo, reforçando a importância da integração no negócio.

O desempenho das ações e as práticas de sustentabilidade são permanentemente avaliados e cobrados pelo mais alto órgão de governança a fim de atingir as metas definidas a partir do compartilhamento de responsabilidades e pela tomada ágil de decisão.

A qualidade e a rentabilidade com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem em todas as etapas da cadeia de valor integram as boas práticas diárias. Os stakeholders da Bunge Brasil são instigados a interagir a todo o instante com a empresa, postura decorrente de uma cultura que busca o diálogo com todos os elos dessa cadeia. 1.2

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Ambiental e Econômica das ações
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Saiba mais sobre a Plataforma de
Sustentabilidade Bunge Brasil em
www.bunge.com.br/sustentabilidade.
A Plataforma de
Sustentabilidade é um
esforço global da Bunge
para que o desempenho
nos negócios seja
aprimorado em quatro
frentes principais
Agricultura Sustentável A Bunge está empenhada em sensibilizar e capacitar os produtores rurais para que produzam de modo a diminuir os impactos ambientais e maximizem a eficiência no uso dos recursos naturais finitos.
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Mudanças Climáticas Podem trazer impactos significativos para
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Mundo. Por isso, a Bunge considera
esse um fator-chave para as análises
em Sustentabilidade.
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Dietas Saudáveis Oferta de produtos alimentícios seguros e benéficos à saúde. A Bunge trabalha para identificar as necessidades dos clientes e consumidores e disponibilizar alimentos cada vez melhores no mercado.
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Redução de Resíduos Desenvolvimento de mecanismos e processos para a redução nos processos industriais e ampliação do uso racional da água e outros recursos não renováveis no gerenciamento da eficiência operacional.