“Ao colaborarmos com a construção da infraestrutura brasileira, buscamos contribuir para a acessibilidade do fazendeiro aos mercados. Consequentemente, participamos do desenvolvimento social, melhorando a vida das pessoas. Se uma cidade se desenvolve, a Bunge está dando uma contribuição. A infraestrutura é o que promove toda essa melhoria de distribuição de renda no campo.”

Murilo Braz Sant’Anna (vice-presidente da área de Agronegócio & Logística da Bunge Brasil)

Agronegócio & Logística 2.1

A área de agronegócio da Bunge lidera o setor no País. Opera na originação de soja, trigo, milho, caroço de algodão, sorgo e girassol, no processamento e exportação desses grãos e na fabricação de produtos para nutrição animal. Em 2011 a agronegócio comercializou 18,6 milhões de toneladas de commodities agrícolas.

Logística é estratégica para a companhia, que tem forte atuação nas exportações de grãos e comercializa fertilizantes para agricultores de todo o País.

A Bunge é uma das empresas que mais movimenta carga no Brasil. Por ano, são aproximadamente 900 mil viagens de caminhões que circulam pelas estradas do Brasil transportando insumos e produtos da Companhia, além de 170 mil viagens de vagões, 350 viagens de barcaças e 700 escalas de navios transportando grãos, óleos vegetais, fertilizantes e açúcar, entre outros. Nos portos, a empresa também está presente para receber trigo e fertilizantes importados e exportar soja, açúcar, milho e derivados e diversos outros produtos. Para isso a Bunge mantém uma rede de silos, armazéns (uma das maiores estruturas de armazenagem de grãos do País), terminais de carga e de transbordo, além de uma grande frota de caminhões e uso de serviços terceirizados.

O Ano

Em 2011 a área se beneficiou da sinergia com outras áreas de negócios e potencializou o orgulho do trabalho nos colaboradores ao aperfeiçoar o modelo de gestão e a implantação de novos padrões técnicos. Como resultado houve ampliação do faturamento bruto da área com resultados superiores ao ano anterior. Localidades como Querência (MT), Canarana (MT), São Domingos do Azeitão (MA), Porto Alegre do Norte (MT) e muitas outras fronteiras agrícolas do País potencializaram o orgulho de trabalhar no campo entre os colaboradores e técnicos do negócio. Essa volta às raízes ocorreu por conta do aperfeiçoamento do modelo de gestão e a implantação de novos padrões técnicos ainda mais apurados e focados na dinâmica do mercado. A área manteve sua contribuição para os desenvolvimentos econômico e social, ampliando redes de armazenagem, criando oportunidades de logística e aproximando o agricultor dos mercados.

O relacionamento com o produtor ficou ainda mais estreito. A área tornou-se ainda mais parceira do homem e da cultura do campo e, por meio da integração com as outras divisões Bunge, passou a oferecer novas soluções especialmente formatadas às necessidades dos clientes e à sustentabilidade. Atuando em oito grandes regiões, que abrigam outras 30 mesorregiões, a área de negócios respeita as características de cada uma delas. A segmentação chegou ao campo e será a grande aposta da área para os próximos anos. Também colaborou com a profissionalização e a capacitação técnica desse mercado. Em parceria com os produtores, estabeleceu novos padrões de produtividade, de operação, de cidadania e de sustentabilidade. Eficiência, rentabilidade e crescimento são as atitudes-chave que a área disseminou entre os clientes e que foram ampliadas em 2011.

O mundo rural representa entre 25% e 28% de todo o PIB nacional. Quando se pensa em alimentar o mundo ou suprir a demanda mundial, o Brasil é o primeiro na comercialização. E a Bunge participa na discussão sobre políticas públicas que venham a promover o crescimento sustentável do setor de agronegócio do País.

Nos próximos três anos o Brasil será o maior produtor de soja do mundo. A fim de colaborar com essa conquista, a área persegue dois desafios básicos: o gerenciamento do negócio por meio da construção de uma empresa integrada e competitiva, e o relacionamento com seu importante parceiro, o homem do campo.

Reativação da Unidade Ponta Grossa

Uma das plantas industriais mais tradicionais de Ponta Grossa (PR), polo agrícola do Estado, foi reativada em fevereiro de 2011 pela Bunge. A unidade de industrialização de soja da cidade, desativada em 2009, voltou a operar para atender às boas perspectivas do mercado de agronegócio, principalmente no Paraná, o segundo maior produtor de soja do País.

A unidade, que faz parte da história da cidade, existe desde 1973 e por muitos anos foi a maior planta da companhia em operação no mundo. Dos 80 profissionais que a unidade captou, 75% são ex-colaboradores, o que comprova a satisfação em trabalhar para a Bunge. A companhia mantém ainda no município uma unidade de fertilizantes e outra de trigo, o único do País a reunir três dos negócios da Bunge Brasil.

Com a reativação da unidade, a área de Agronegócio & Logística voltou a atuar no Estado, abundante em soja e com grande demanda internacional, que ganhará uma contribuição de peso para suas exportações. A retomada integra a estratégia da Bunge de estar presente em todos os estados produtores de soja do País.

Em 2012 o desafio será reconquistar o mercado para poder viabilizar a reativação plena da unidade. A estratégia é a retomada gradativa em uma ação sustentável.

Investimentos em Rio Grande

A Unidade de Agronegócio & Logística da Bunge em Rio Grande (RS), criada na década de 70, investiu em novas tecnologias para aumentar sua competitividade por meio da modernização das suas instalações. O projeto foi concluído com planejamento, dentro do orçamento e do prazo, com a melhor tecnologia disponível e sem acidentes.

O resultado trará ganhos de produtividade, como a redução das paradas corretivas e do consumo de energia térmica e elétrica, além do ganho de performance na extração, entre outros benefícios.

Efeitos da seca sobre os negócios

O ano de 2011 sofreu os reflexos da quebra de safra de cana de 2010 causada pela seca em regiões onde a Bunge mantém áreas de plantio e replantio e usinas em operação, o que atrapalhou a produção.

Nas operações de originação (aquisição) de grãos, a safra da região Sul do País sofreu perdas estimadas em mais de 8 milhões de toneladas de grãos, o que gerou mais dependência das operações da Bunge do Centro-Oeste, procurando equilibrar os riscos recorrentes.

Sinergia com outras áreas de negócios e a consolidação de novo modelo de gestão estreitam o relacionamento com o produtor.
A Bunge Brasil tornou-se ainda mais parceria do homem do campo.

Perspectivas 2012

Atingir a liderança dominante e sustentável na originação (aquisição) de grãos por meio de:

  • eficiente gerenciamento de risco;
  • eficiente gestão de fluxo logístico;
  • excelência operacional;
  • intensa integração local e global;
  • suporte por pessoas com alto desempenho e motivação. 1.2
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Representam as dimensões Social,
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Saiba mais sobre a Plataforma de
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Agricultura Sustentável A Bunge está empenhada em sensibilizar e capacitar os produtores rurais para que produzam de modo a diminuir os impactos ambientais e maximizem a eficiência no uso dos recursos naturais finitos.
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Mudanças Climáticas Podem trazer impactos significativos para
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Mundo. Por isso, a Bunge considera
esse um fator-chave para as análises
em Sustentabilidade.
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Dietas Saudáveis Oferta de produtos alimentícios seguros e benéficos à saúde. A Bunge trabalha para identificar as necessidades dos clientes e consumidores e disponibilizar alimentos cada vez melhores no mercado.
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Redução de Resíduos Desenvolvimento de mecanismos e processos para a redução nos processos industriais e ampliação do uso racional da água e outros recursos não renováveis no gerenciamento da eficiência operacional.