Dietas Saudáveis PR5, FP1, FP4 e FP5

O desenvolvimento de produtos alimentares saudáveis colabora para a adoção por parte da população de hábitos alimentares também mais saudáveis. Por isso, a Bunge aplica padrões internacionais de qualidade e investe em pesquisas para assegurar a melhoria constante de seus produtos.

As práticas de excelência são confirmadas por certificações independentes e normas de gestão da qualidade (ISO 9001) e ambiental (ISO 14001), entre várias outras (veja a lista completa em Governança Corporativa). A Bunge também impõe regras rígidas de qualidade a seus fornecedores e realiza constantemente verificações de conformidade.

Para incentivar a adoção de hábitos saudáveis, investiu em publicações e promoveu treinamentos com o público interno e oficinas gratuitas para consumidores. Além disso, a companhia promove campanhas de conscientização sobre hábitos alimentares e adoção de rotinas saudáveis.

Os princípios do consumo consciente são promovidos por meio de capacitação de colaboradores, assim como pela participação em seminários e eventos para a conscientização de consumidores. Por meio da Iniciativa Pró-Alimento Sustentável (Ipas), parceria da Bunge com outras empresas e entidades da cadeia de alimentos, organiza oficinas gratuitas e outras atividades de promoção do conceito.

A companhia também participou da elaboração de conteúdo da segunda revista da série “Pense Bem”, da Iniciativa Pró-Alimento Sustentável (Ipas), publicada em 2011. Sob o tema “Consumo Consciente”, teve por objetivo servir como um guia prático que orienta os consumidores de alimentos para um consumo mais consciente. Ainda em 2011, elaborou o conteúdo da terceira revista, com previsão de publicação em 2012. Com o tema “Alimentação Saudável”, trará informações úteis relacionadas ao prazer da alimentação com mais saúde e consciência sobre a escolha e o preparo dos alimentos. PR5, FP1, FP4 e FP5

Metas e Resultados

A Bunge tem por desafio, nas operações, manter a qualidade dos produtos e a segurança alimentar em todas as etapas de produção e ainda estimular os consumidores e clientes a adotar atitudes saudáveis. Confira as metas:

Continuar o esforço pela difusão dos conceitos e os benefícios da alimentação saudável aos consumidores

  • Meta atingidaAlém do trabalho de promoção da saudabilidade alimentar com a edição de materiais eletrônicos e impressos sobre o tema, a Bunge apresentou dois novos produtos com apelo saudável, o Azeite Extra-Virgem Cardeal e o Óleo Salada 3 Sementes. Também investiu em controles de segurança alimentar. 1.2, FP4, FP6 e FP7

Saudabilidade PR2, FP4, FP6 e FP7

A Bunge desenvolve gorduras e margarinas com a identificação low trans low sat, que indica menores teores de gorduras trans e saturadas que as versões atuais, mantendo ainda os aspectos nutricionais e a funcionalidade dos produtos. Dessa forma, a empresa atende às necessidades de saudabilidade do mercado.

Distribuidora da marca Andorinha no Brasil, em 2011, a Bunge passou a oferecer o novo azeite orgânico, feito a partir de olivais cultivados sem a utilização de produtos químicos e produzido em locais certificados.

Gordura Trans: mudança no portfólio FP6


Como produtos de consumo, a Bunge comercializa arrozes, óleos vegetais (soja, milho, canola, girassol e óleos compostos), azeites de oliva, maioneses, margarinas, extratos e molhos de tomate. Todos eles não contêm gorduras trans. A categoria de margarinas é exceção: 30% dos produtos apresentam essas gorduras na composição.

O portfólio de gorduras vegetais para a indústria mudou bastante desde 2007 por consequência do consenso entre as grandes indústrias pela necessidade de diminuição da quantidade de gorduras trans nos produtos. Em 2006, 80% do portfólio da Bunge era formado por produtos com teores convencionais de gorduras trans e 20% eram de óleos e gorduras vegetais com baixos teores de trans.

Em 2007, esses números mudaram para 66% de gorduras vegetais com teores convencionais de trans e 34% de óleos e gorduras com baixos teores de trans. De 2008 para cá, o portfólio é mantido com 50% de óleos e gorduras vegetais com baixos teores de trans, com opções para uma grande variedade de aplicações.

Em 2010, a Bunge passou a oferecer alguns produtos com baixos teores a gorduras trans e também com baixos teores de gorduras saturadas. Atualmente, esses produtos representam aproximadamente 2% do portfólio, com tendência a aumentar a participação conforme se avança no objetivo de reduzir o consumo de gorduras saturadas.

Gordura Trans: Bunge colabora na redução

FP6

A Bunge entende que o aumento do consumo de gorduras vegetais com baixos teores de gorduras trans depende da adoção desses ingredientes pelos clientes. De toda forma, com as mudanças que fez nas margarinas e gorduras vegetais, a companhia contribuiu para que cada brasileiro deixasse de consumir 0,3 g de gorduras trans por dia. Parece pouco, mas sozinha a Bunge contribuiu com 10% da redução do consumo de gorduras trans no Brasil de 2006 até hoje. Naquele ano, cada brasileiro consumia em média de 5,5 g a 6 g de gorduras trans por dia.

Com o compromisso da indústria e do Ministério da Saúde, esse consumo foi reduzido para 2,5 g a 3 g por dia, uma diminuição de 3 g por pessoa por dia, e a Bunge contribuiu com 10% dessa redução.

Em estudo apresentado em 2010, a ABIA estimou que, considerando toda a indústria de alimentos, 230 mil toneladas de gorduras trans deixaram de ser colocadas no mercado consumidor no ano de 2009 em relação ao ano de 2008.

Sódio: Bunge de olho

FP6

Quanto ao sódio, a Bunge, por meio da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), participa ativamente do acordo da entidade com o Ministério da Saúde para a redução de sódio nos alimentos. Entre os produtos de consumo da companhia, as maioneses têm metas de redução estabelecidas para 2012 e 2014; as metas para 2012 já foram atendidas, e 66% desses produtos já atendem às metas estabelecidas para 2014.

Para as margarinas, mais de 80% dos produtos atendem à meta de redução de sódio estabelecida para 2013, e 50% atendem à meta para 2015. A Bunge também se comprometeu a reduzir o sódio dos produtos para food service e para as indústrias, atendendo aos consumidores também de forma indireta. As pré-misturas para bolos, por exemplo, já atendem às metas para os anos de 2012 e 2014, e a pré-mistura para pão francês está sendo desenvolvida para atendê-las.

Gorduras saturadas: baixo teores

FP6

Em relação às gorduras saturadas, cerca de 40% das margarinas e 70% da categoria maionese da Bunge apresentam baixos teores. Todos os óleos vegetais apresentam naturalmente de 8% a 18% de gorduras saturadas, variando o percentual conforme a origem (canola, soja, milho, girassol ou azeite de oliva). Isso significa que apresentam de 92% a 82% de gorduras mono e poli-insaturadas, as chamadas gorduras boas para a saúde.

A Bunge orienta os consumidores sobre a importância de se evitar o consumo de colesterol e de gorduras trans e reduzir o consumo de gorduras saturadas tanto quanto possível.

Nesse aspecto, no portfólio de produtos da Bunge vendido aos consumidores finais, para o food service e como ingredientes para a indústria, nota-se um efeito positivo sobre a alimentação da população. No conjunto de produtos que inclui os óleos vegetais, os azeites de oliva, as margarinas, as maioneses e as gorduras vegetais, a empresa oferta mais de 73% de gorduras mono e poli-insaturadas, 22% de gorduras saturadas e apenas 5% de gorduras trans.

Assim, o impacto é positivo, pois a Bunge entrega quase três vezes mais gorduras boas (mono e poli-insaturadas) em relação ao que oferece de gorduras saturadas e trans ao mercado.

Mas, é claro, continuaremos nossas pesquisas e o desenvolvimento de nossos produtos para reduzir ainda mais as gorduras trans em nossos alimentos e também as gorduras saturadas. FP6

Vitaminas: Bunge entrega saúde

FP7

Os produtos da Bunge entregam importantes quantidades de algumas vitaminas para a população. Os óleos vegetais, por exemplo, são uma das mais importantes fontes naturais de vitamina E na alimentação. Considerando-se o volume de óleos vegetais vendidos pela companhia, a quantidade de vitamina E oferecida é suficiente para atender integralmente às necessidades diárias de cerca de 35 milhões de pessoas, o equivalente à população dos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro (Censo 2010 – IBGE).

Além dos produtos que contêm vitaminas naturais, como os óleos vegetais, a Bunge também oferece produtos fortificados com outras vitaminas, como a A e a D.

Todas as margarinas são enriquecidas com vitamina A. O volume de produtos vendidos todos os anos é suficiente para atender integralmente às necessidades vitamínicas diárias de cinco milhões de pessoas, o equivalente a duas vezes a população do Distrito Federal (Censo 2010 – IBGE). Recentemente, as margarinas da linha Delícia foram reformuladas e, atualmente, além da fortificação com vitamina A, também são adicionadas de vitaminas D e E, contribuindo para suprir a carência dessas vitaminas da população brasileira.

Ferro, ácido fólico e fibras

As farinhas de trigo e as misturas para o preparo de pães e bolos da Bunge, destinadas ao mercado de food service e indústrias, são enriquecidas com ferro e ácido fólico, além de conter fibras naturais.

A adição de ferro e ácido fólico em farinhas de trigo e de milho é obrigatória no Brasil desde junho de 2004, decorrente de uma resolução da Anvisa (Resolução RDC nº 344, de 13 de dezembro de 2002). Essa obrigatoriedade vale tanto para as farinhas vendidas diretamente ao consumidor quanto para aquelas utilizadas como matéria-prima pelas indústrias na fabricação de outros produtos, como pães e massas.

O ácido fólico e o ferro estão presentes nas farinhas e misturas preparadas da Bunge; o suficiente para atender integralmente às necessidades diárias de 9 milhões de pessoas, pouco mais que a população de Pernambuco (8,8 milhões), e 7,5 milhões, o mesmo que a população do Pará, respectivamente.

Por fim, as fibras presentes naturalmente nas farinhas de trigo e nas misturas preparadas à base de farinhas de trigo e disponibilizadas para a população pelos produtos da Bunge são em quantidade suficiente para atender às necessidades diárias de 5,3 milhões de pessoas, população equivalente a do Mato Grosso e do Mato do Grosso do Sul juntos. As fibras são um dos nutrientes em falta na dieta do brasileiro. A companhia observa que o consumidor final busca cada vez mais os produtos integrais. Prova disso é a crescente presença de biscoitos e pães integrais nas gôndolas dos supermercados. FP7

Azeite Extra-Virgem Cardeal FP4

Com a chegada ao mercado brasileiro do Azeite Extra-Virgem Cardeal, importado e distribuído pela Bunge Brasil, os chefs e profissionais de gastronomia passaram a contar em 2011 com um saboroso aliado para seus melhores pratos e para o tempero de saladas.

Produto especialmente indicado para uma culinária sofisticada, harmoniza os pratos às bebidas e aos acompanhamentos, o azeite de oliva assume um papel preponderante em uma dieta saudavél por suas propriedades antioxidantes, que retardam o processo de envelhecimento celular, e pela proteção que oferece contra câncer e doenças cardiovasculares. Comercializado em embalagem de vidro de 500 ml, esse novo azeite está entre os melhores representantes da culinária mediterrânea, a mais saudável do mundo. Traz duas versões com acidez máxima de 0,3% e 0,5%, respectivamente, escolhidas para possibilitar distintas harmonizações.

Por ser um produto diferenciado e de alta qualidade, compete no segmento de azeites de maior valor agregado.

Óleo Salada 3 Sementes FP4

Formulado cuidadosamente para oferecer o óleo mais completo do mercado em termos nutricionais, é indicado para quem busca uma alimentação mais saudável. Reúne em sua composição os óleos de canola, girassol e milho e as vitaminas A, D e E, além de estabelecer um equilíbrio entre os ômegas-3 e 6. É apresentado em embalagem de 900 ml.

Filtrado oito vezes, esse óleo leve e suave não possui cheiro e não interfere no sabor dos alimentos. O Salada 3 Sementes possui 0% de Gordura Trans e 0% de colesterol. Ao balancear os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, o produto favorece a diminuição do colesterol ruim (LDL) e o aumento do colesterol bom (HDL). Já a vitamina E atua como um antioxidante no combate ao envelhecimento precoce. As vitaminas A e D, por sua vez, funcionam como nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo.

Por sua contribuição à boa alimentação, o produto recebeu a chancela “Aprovado” da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que o considerou um produto saudável.

Responsabilidade sobre os Produtos 4.11, FP4 e PR2

Qualidade e Segurança do Produto é uma das diretrizes do Produtividade, Qualidade, Segurança e Meio Ambiente (PQSE), iniciativa global de promoção de excelência operacional e cultura de alta performance.

O Gerenciamento da Qualidade tem como bases a Satisfação dos Consumidores, a Oferta de Vantagem Competitiva e a Excelência em Compliance, sobre as quais são erguidos os pilares Food Safety, Gestão da Qualidade, Outsourcing Fornecedores, Foco no Cliente e Atividades Analíticas.

Por meio dessa estrutura, a área de Gerenciamento de Qualidade de Alimentos & Ingredientes atua na certificação de unidades, garantia de parâmetros de processos e redução de reclamação de consumidores e clientes. PR2

A Bunge Brasil informa os ingredientes e os valores nutricionais de seus produtos nos vários materiais de comunicação da empresa, como site, campanhas publicitárias e cartilhas, distribuídas a seus consumidores. Todos os rótulos dos produtos comercializados pela Bunge trazem informações sobre garantias, data de fabricação, validade e instruções de armazenagem. FP4

A companhia também desenvolve pesquisas para reduzir ao mínimo necessário as substâncias que, em excesso, possam trazer impactos na saúde dos consumidores. É um processo que, por um lado, busca as necessidades e as demandas de consumo e, por outro, mantém as características da saudabilidade e dos atributos de aroma e sabor. 4.11

Além da qualidade dos alimentos, a Bunge preocupa-se também com a qualidade dos materiais usados nas embalagens, buscando continuamente o menor uso possível de matéria-prima e a aplicação de materiais biodegradáveis.

Controle da Segurança Alimentar PR2 e FP5

Do campo à mesa do consumidor, todos os produtos da Bunge passam por sistemas de controle que visam garantir a segurança e a qualidade. Baseados nas normas legais aplicáveis e nas melhores práticas há procedimentos descritos e sistematizados para a verificação de conformidade de cada matéria-prima e insumo (ingrediente, aditivo, embalagem, etc.) utilizado pela empresa. Os processos industriais, bem como os processos de distribuição e venda dos produtos, também seguem a mesma lógica, onde diversos controles e pontos de checagem estão estabelecidos.

O percentual do volume de produção fabricado nas unidades operacionais certificadas chega a 70%. Temos sistemas de gestão certificados no negócio de Alimentos e Ingredientes em: ISO 9001, nas unidades Jaguaré, Suape, Rondonópolis, LEM, Gaspar, Luziânia, Santos, Moinho Suape e Ponta Grossa; GMP + B2 (Production of Feed Ingredients) nas fábricas, e a GMP + B3 (Trade, Collection and Storage & Transhipment) nos transbordos, portos e área comercial. Também estamos em processo de implantação da FSSC 22000 (Food Safety System Certification – Segurança Alimentar) para as unidades Suape e Ponta Grossa e da ISO/IEC 17025 (Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração) para o laboratório de biodiesel em Nova Mutum, ambos com previsão de certificação em dezembro de 2012. FP5

Auditorias periódicas, realizadas internamente ou por terceiros, e mesmo em fornecedores e parceiros, checam a consistência e a efetividade dos controles adotados.

Também  na concepção e no desenvolvimento, a segurança e saúde do consumidor são aspectos decisivos na caracterização final do produto: deve ser da melhor qualidade, adequado para as aplicações indicadas e seguro na composição, e a embalagem deve ser também segura no manuseio.

A área também atua no aprimoramento de óleos vegetais com menor concentração de gordura, que acabam sendo usados pelos clientes na produção de biscoitos, pães e outros alimentos.

A empresa adota um rigoroso controle em cada etapa de produção de suas unidades Alimentos & Ingredientes e de Agronegócio. Isso ocorre não apenas nas plantas de produção de farinhas e misturas para panificação e para bolo – produzidas pela TrigoBrasil, sob orientação da Bunge Brasil –, mas também nos silos de armazenagem de grãos, nas áreas de transbordo, terminais portuários e centros de distribuição.

O alto padrão de qualidade e segurança alimentar é consequência de um profundo processo de inspeção, instruções operacionais e planos de calibração e manutenção preventiva de cada etapa. Os produtos passam por inspeções, medições e testes e/ou ensaios que verificam sua adequação às especificações e aos requisitos de qualidade e segurança. Cada unidade estabelece procedimentos que atestam o gerenciamento dos processos, com identificação dos riscos e perigos relacionados à segurança dos alimentos. PR2

Rotulagem PR3 e FP8

Os produtos fabricados pela Bunge estão sujeitos às regulamentações estabelecidas principalmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), pelo Ministério da Justiça e instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Essas normas disciplinam as informações obrigatórias que devem constar dos rótulos dos produtos, como a composição, a informação nutricional, as condições de conservação, o prazo de validade, o modo de preparo, o consumo, os materiais que compõem a embalagem, entre outras. Informações voluntárias, como sugestões de consumo e benefícios do produto, também devem seguir os critérios definidos em legislação para que expressem adequadamente as características de cada produto, permitindo ao consumidor exercer de forma consciente o seu direito de escolha.

Para 2012, o objetivo é realizar treinamentos com os envolvidos no desenvolvimento dos rótulos dos produtos, especialmente os profissionais dos Departamentos de Pesquisa & Desenvolvimento e Marketing, responsáveis pela aprovação final dos produtos em todos os seus aspectos. PR3

A área de Fertilizantes segue as diretrizes do Decreto nº 4.954, de 14 de janeiro de 2004, sobre a exigência nos rótulos de informações sobre garantias do produto, data de fabricação, validade e instruções de armazenagem. Com exceção dos produtos a granel, em todos os demais produtos devem constar dados de rotulagem.

Além de informar os ingredientes e valores nutricionais na rotulagem de seus produtos, também há a divulgação dessas informações nos vários canais e materiais de comunicação da empresa, como site, campanhas publicitárias e cartilhas, distribuídas a seus consumidores. No SAC, por exemplo, estão disponíveis aos consumidores as informações nutricionais e na composição de todos os nossos produtos. Os consumidores que procuram essas informações podem também obter outras sobre a aplicação e o correto uso dos produtos Bunge.

Já para os canais de Food Service (linha Bunge Pro – Panificação, Confeitaria e Refeição), a área de Alimentos & Ingredientes mantém um Serviço de Atendimento por Especialistas (Sabe), que informa sobre os mesmos aspectos dos produtos. Nos treinamentos que as equipes Bunge realizam para os clientes (padeiros, confeiteiros, profissionais de restaurantes, etc.), essas informações também são repassadas, inclusive nos materiais de apoio e divulgação. Em muitos casos, a informação nutricional e os ingredientes dos produtos Bunge são a base para orientação na preparação de alimentos para fins específicos, como ricos em fibra, com baixo açúcar, etc.

Diversos produtos da Bunge para o canal Food Service não têm a obrigação legal de declarar a informação nutricional, mas todos os produtos da Bunge para esse canal possuem essas informações, pois entendemos que são úteis para os usuários na formulação de suas receitas.

Em divulgações e demonstrações de produtos para clientes industriais, a Bunge também se baseia nos dados nutricionais e nos ingredientes para orientar a melhor solução para o cliente, por exemplo, a demonstração dos benefícios de gorduras vegetais da Bunge com baixos teores de gorduras trans nos alimentos finais do cliente.

Pode-se dizer que, além da obrigação legal, as informações nutricionais e sobre ingredientes são elementos que compõe a comunicação e os argumentos de venda dos produtos Bunge. FP8

Alimentos Transgênicos PR3 e FP8

A Bunge considera essenciais todos os temas relacionados com os pilares Agricultura Sustentável e Dietas Saudáveis, que integram sua Plataforma de Sustentabilidade. Para se manter atualizada em questões como segurança alimentar e melhores práticas de sustentabilidade na agricultura, a empresa acompanha os assuntos voltados ao desenvolvimento de pesquisas envolvendo alimentos e grãos transgênicos. Estudos realizados revelam não existir evidências de que esses produtos, entre os disponíveis no mercado de soja, ofereçam algum risco para a saúde humana. Independentemente disso, a Bunge considera legítima e saudável a preocupação da sociedade civil com a produção e o consumo dos transgênicos. A Bunge mantém o seu posicionamento quanto ao tema e ratifica que atua de maneira proativa no acompanhamento dos avanços e dos estudos desenvolvidos nessa área. Tanto que em 2011 ela não recebeu questionamento dos consumidores sobre esse tema, a exemplo de 2010.

Da mesma forma, a empresa respeita e mantém total conformidade com a legislação brasileira, que autoriza a comercialização de produtos com componentes transgênicos e determina que a embalagem traga essa informação nos casos em que a quantidade de componentes transgênicos na formulação supere 1%. Mais que isso, mesmo não tendo componentes transgênicos ou estando abaixo do limite estabelecido pela legislação, que demanda a rotulação, a Bunge decidiu, por liberalidade, colocar informações sobre transgenia nos rótulos de suas linhas de óleos de soja.

A Bunge acredita que os cultivos têm se mostrado uma boa ferramenta tecnológica para a agricultura, permitindo menor uso de defensivos e herbicidas, com consequente redução das emissões e aumento da produção. Dessa forma, a biotecnologia pode ser utilizada como forma de elevar a produtividade e reduzir a pressão por maiores territórios de plantio.

A empresa atende os mercados que optam por produtos não transgênicos, havendo, para isso, uma taxa de serviço pela segregação dos grãos.

Códigos Voluntários PR2, PR6 e PR7

No que diz respeito às comunicações de marketing e publicidade de seus produtos ao mercado, a área de Alimentos segue os regulamentos do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). As promoções são realizadas de acordo com os regulamentos aplicáveis, e a Bunge obtém previamente as autorizações necessárias nos órgãos competentes. As ações de patrocínio são realizadas no espírito de responsabilidade socioambiental da Bunge Brasil, regidos por política interna que privilegia ações de educação, saúde e meio ambiente. A área de Fertilizantes adota uma comunicação clara, transparente e responsável em acordo com o Anexo "R" – Defensivos agrícolas, do Conar. Todos os testemunhais utilizados em campanhas estão sempre em concordância com a cláusula 3 – Testemunhais de Pessoa Comum ou Consumidor, do Anexo "Q" – Testemunhais, Atestados, Endossos. Dessa forma, sempre são usados consumidores verdadeiros, sem vínculos com a Bunge. Não há casos de produtos que possuam impedimento de venda em mercados específicos. PR6

As áreas de Alimentos & Ingredientes e Fertilizantes avaliam continuamente a adesão às leis, normas e códigos voluntários relacionados às comunicações de marketing e, em caso de dúvida, o Departamento Jurídico é acionado para direcionamentos e envolvimento das áreas técnicas pertinentes. Nos demais negócios, tais normas de comunicação não se aplicam, pois não se tratam de atividades que demandam propaganda e promoção.

Em 2011, as áreas de Alimentos & Ingredientes e Fertilizantes, que fazem uso de ações de propaganda e promoções, não apresentaram nenhuma não conformidade relacionada a tais atividades. PR7

No que tange à saúde e segurança durante o ciclo de vida, envolvendo clientes e consumidores, não foram registradas não conformidades com regulamentos ou códigos voluntários, bem como Autuações ou Procedimentos Administrativos. PR2

Avaliação da Satisfação dos Clientes (Pesquisas) PR1 e PR5

A cada lançamento de alimentos ou ingredientes, a Bunge aplica a ferramenta Quality Function Deployment (QFD, em português: Desdobramento da Função de Qualidade), que permite à empresa “ouvir” a voz do cliente e acompanhar suas necessidades e opiniões.

As informações são analisadas e transformadas em requisitos na melhoria de produtos levando em consideração itens como concorrência, riscos e ecoeficiência, fator integrante da Plataforma Bunge de Sustentabilidade.

Para avaliar o nível de satisfação dos clientes, as áreas de Alimentos & Ingredientes e Fertilizantes realizam anualmente pesquisas sobre as suas atividades desde a originação da matéria-prima até os produtos finais. Utiliza a metodologia Net Promoter Score (NPS), que demonstra o nível de satisfação dos clientes e consumidores em relação aos produtos e serviços oferecidos. Consultados, os entrevistados se posicionam como promotores (recomendando a outros os produtos e serviços da Bunge) ou detratores (aqueles que não estão satisfeitos e não os recomendariam). Na avaliação dos produtos de Fertilizantes: IAP, Manah, Ouro Verde e Serrana, os resultados foram 69%, 72%, 84% e 56%, respectivamente para promotores e 3%, 5%, 4% e 2% para detratores. Agora para os produtos de food service da área de Alimentos & Ingredientes, os resultados foram 63% para promotores e 10% para detratores. O NPS é também aplicado entre os departamentos da Bunge, indicando o nível de satisfação de um com os outros em relação ao atendimento das demandas. Os resultados são utilizados para orientar melhorias necessárias para a obtenção do melhor posicionamento possível. A grande maioria dos departamentos possui o NPS atrelado às metas de desempenho.

Informações geradas no atendimento aos consumidores (especialmente pelo SAC) e clientes (pelo Serviço de Atendimento Bunge Especialistas – Sabe) compõem relatórios sobre as principais dificuldades e insatisfações. Tais relatórios também orientam as ações internas para solucionar problemas pontuais ou a melhoria dos produtos, adequando-as às necessidades dos clientes e consumidores. Alguns departamentos ligados às áreas de negócios da companhia possuem metas relacionadas aos índices de satisfação dos consumidores e clientes, bem como metas de redução de reclamações por problemas de qualidade.

Os consumidores são também consultados durante o desenvolvimento de novos produtos quando têm a oportunidade de opinar sobre as características sensoriais de um novo alimento sobre uma embalagem mais prática ou até mesmo sobre o conteúdo de determinada comunicação publicitária. Aos clientes, muitas vezes são designadas equipes de especialistas para auxiliá-los na resolução de eventuais problemas em sua própria fábrica ou no desenvolvimento de um novo produto ou processo.

Por fim, a Bunge também realiza constantemente o que chama de Índice de Qualidade do Produto no Ponto de Venda (IQPV). Coletando e analisando diversos produtos concorrentes, disponíveis no mercado, os especialistas identificam como estão posicionados os produtos Bunge em relação aos demais, especialmente concorrentes mais próximos. Tais pesquisas auxiliam na identificação de tendências e movimentos dos concorrentes, possibilitando à Bunge estar sempre com produtos atualizados e tão bons ou melhores do que os concorrentes, visando à satisfação e conquistando assim cada vez mais a confiança dos clientes e consumidores.

Em 2011 as áreas que atuam no atendimento aos clientes e consumidores passaram também a monitorar as mídias e intervir nas manifestações delas.

Não Conformidades e Privacidade PR4, PR8 e PR9

A área jurídica da Bunge Brasil trata de assuntos relacionados a multas e sanções juntamente com as áreas técnicas relacionadas ao tema das mesmas. Todos os processos são analisadas e os respectivos trâmites jurídicos são aplicados. De forma preventiva, a empresa atua com o objetivo de que suas atividades sejam realizadas em conformidade com as leis e os regulamentos aplicáveis por meio de análises de risco e contínuo acompanhamento da legislação vigente.

Na ocorrência de alguma notificação, a unidade operacional envolvida a encaminha ao Departamento Jurídico, que avalia e, conforme o tema, envolve as áreas técnicas, por exemplo:

  • Rotulagem: área Regulatória;
  • Peso de produto (abaixo do declarado): área de Garantia de Qualidade.

Em 2011, a área de Fertilizantes e Alimentos & Ingredientes, que são as áreas que se aplicam às questões de rotulagem, não registraram casos de não conformidade com regulamentos e códigos voluntários relacionados a informações e rotulagem de produtos e serviços, porém, a área de Fertilizantes pagou multas no valor de R$ 826 mil referentes a indicações do Ministério da Agricultura e que foram geradas entre os anos de 2007 a 2011. Ainda assim, denota-se uma diminuição acentuada de multas por não conformidades por leis e regulamentos entre os anos de 2010 (R$ 307,9 mil) e 2011 (R$ 9,3 mil) por fornecimento de produtos. Na Bunge não houve caso de reclamações por violação de privacidade de clientes ou consumidores, não tendo sido registradas reclamações internas ou recebidas de partes externas ou de agências reguladoras. PR4 e PR8

Na área de Alimentos, em 2011, foram observadas não conformidades com leis e regulamentos relativas ao conteúdo líquido de alguns produtos (em desconformidade com Normas do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro) e também em relação ao não atendimento de alguns requisitos da Norma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), relativos à classificação de óleos vegetais. No período, foram pagas 22 multas relativas a autuações do Inmetro (R$ 138,8 mil). Já o não atendimento aos requisitos da classificação dos óleos vegetais resultou no montante de oito multas pagas em 2011 (R$ 43,7 mil). O valor total dessas multas pagas em 2011 somou R$ 182,5 mil. PR9

Em relação a sações não monetárias e multas significativas, não considerando questões ambientais e de fornecimento de produtos e serviços, a Bunge Brasil não registrou ocorrências.SO8

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