Qualidade e inovação

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É prioridade para a Bunge oferecer produtos seguros e de qualidade, que atendam às necessidades do mercado com excelência e saudabilidade.

A saúde e a segurança do consumidor são aspectos decisivos desde o desenvolvimento até a caracterização final dos produtos. Os mesmos devem ser da melhor qualidade, adequados às aplicações indicadas e seguros quanto à sua composição. Além disso, as embalagens devem oferecer segurança durante o armazenamento, o manuseio e o consumo.

Qualidade e segurança dos alimentos são valores inegociáveis, fazendo com que todos os colaboradores tenham um papel fundamental em todas as etapas do processo.

No âmbito do sistema de gestão, são rigorosamente observados os procedimentos para a verificação da conformidade de cada matéria-prima e insumos, atendendo normas legais e seguindo as melhores práticas de fabricação, armazenagem e distribuição.

Buscamos melhorar continuamente o sistema de Gestão da Qualidade e Segurança de Alimentos, dessa forma, a inovação, seja de produtos ou de processos, é estimulada nas áreas da companhia e também entre os fornecedores. Nesse sentido, a Bunge mantém o Inova, programa que busca fomentar a cultura de geração de ideias nos profissionais. As sugestões são armazenadas em Banco de Ideias e, se apresentarem potencial, podem se transformar em projetos estruturados, com a contribuição de comitês especializados, compostos por representantes de cada área da empresa. Apesar da redução na quantidade de ideias geradas, o percentual de implementação de ideias passou de 5,6% para 11,9%, de 2014 para 2015, que demonstra uma evolução na maturidade do sistema com relação à efetividade das soluções implementadas.

Regulação e controle

Todos os produtos fabricados pela Bunge estão sujeitos à regulação dos órgãos competentes, em aspectos como: informações obrigatórias nos rótulos (incluindo composição, informação nutricional, condições de conservação, prazo de validade, modo de preparo e consumo, e materiais que compõem a embalagem). Mesmo informações voluntárias, como sugestões de consumo e benefícios do produto, devem seguir critérios definidos em legislação, para que expressem adequadamente as características de cada produto. A Bunge respeita as regulamentações e defende a divulgação de informações claras, precisas e ostensivas em seus rótulos, para permitir que os consumidores façam suas escolhas de forma consciente. Assim, além de expressar plena confiança na qualidade e segurança de nossos produtos, reforçamos a posição idônea junto a clientes e órgãos reguladores.

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Há ainda diversos processos de controle, como vistorias de embalagens na chegada às fábricas, pela área de Controle de Qualidade, com reprovação em caso de inconformidade, além de treinamentos sobre Rotulagem Geral e Nutricional a todos os colaboradores envolvidos no processo. Isso ocorre para garantir a prática dos procedimentos de aprovação de documentos, mitigando riscos de irregularidades nos rótulos de produtos. Em 2015, a Bunge registrou 13 casos de não conformidades relativas à rotulagem de seus produtos destinados aos consumidores finais.

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A aquisição de insumos e embalagens primárias para a área de Alimentos & Ingredientes segue também rigorosa avaliação. O fornecedor é homologado somente após aprovação nas três fases seguintes:

1. Na primeira etapa, a área de Suprimentos realiza prévia análise do fornecedor, investigando a capacidade produtiva, o uso de tecnologias e portfólio de clientes, além de aspectos de segurança financeira da potencial nova fonte de fornecimento.

2. Na sequência, a área de Qualidade avalia requisitos relacionados à gestão da qualidade, ambiental, saúde e segurança no trabalho, além de requisitos legais e de segurança dos alimentos. Essa segunda análise é promovida por meio de autoavaliação para itens não críticos (coadjuvantes e embalagens secundárias) ou de auditoria de segunda parte para novos fornecedores de itens críticos (ingredientes e embalagem primária).

3. Na última etapa, há avaliação técnica realizada pela área de Pesquisa e Desenvolvimento com a verificação de desempenho em escala piloto e/ou industrial.

Enquanto parceiros, os contratados são avaliados constantemente sobre a qualidade do material, e a cada dois anos é feita a re-homologação. Fornecedores estratégicos são acompanhados mensalmente, com monitoramento das ações de melhoria. A partir de 2013, em trabalho conjunto com a equipe de Sustentabilidade, a área de Suprimentos passou a adotar check-list que visa avaliar o fornecedor não apenas em relação a impactos socioambientais, mas também pela capacidade de abastecer a empresa em um cenário mais longo. A partir da checagem, os fornecedores recebem uma graduação de risco operacional, o que aprimora a gestão por parte da Bunge.

Em 2015, a empresa homologou 33 novos parceiros comerciais, dos quais 20 (61%) verificados por check list de auto avaliação, 7 (21%) auditados e 6 (18%) certificados reconhecidos. Dos 275 homologados no período, 69 (25%) foram reavaliados e re-homologados.

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