Gestão da Segurança Alimentar

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Temos o compromisso de assegurar a satisfação e a segurança alimentar dos consumidores dos nossos produtos. Com esse foco, mantemos uma criteriosa Política de Segurança de Alimentos, além de uma estrutura específica de gestão da Qualidade na área de Alimentos & Ingredientes.

Como princípio, adotamos padrões de excelência em nossos processos, o que tem possibilitado melhorias constantes de desempenho e o atendimento dos mais exigentes requisitos de clientes e consumidores, além de regulamentações oficiais e códigos voluntários.

Graças a isso, em 2015 aplicamos a certificação FSSC 22000, específica para segurança de alimentos e saúde dos consumidores e uma das mais relevantes para a garantia da segurança dos alimentos em nível global, em 81% da produção das unidades de Alimentos & Ingredientes. Esse número corresponde a um aumento de 68% no volume de produtos dentro do escopo da certificação. A empresa planeja certificar 100% de sua produção de Alimentos & Ingredientes, na norma FSSC 22000, até 2020.

Em 2015, a Bunge possuía as seguintes unidades certificadas para produção de alimentos:

Certificações operacionais da Bunge Brasil

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Em todas as unidades da empresa adotamos planos de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), Boas Práticas de Fabricação (BPFs) e Programas 5S - Housekeeping e Procedimento Padrão de Higiene Operacional (PPHO) ? que são requisitos importantes para a garantia da qualidade dos produtos fabricados.

Para checar a consistência e a efetividade desses controles, realizamos auditorias periódicas, internamente ou por terceiros, em fornecedores. Esses procedimentos têm se mostrado eficazes. Em 2015, a Bunge não apresentou casos de não conformidade com regulamentos e códigos voluntários relacionados a possíveis danos causados por produtos e serviços na saúde e na segurança alimentar dos consumidores, durante o ciclo de vida de seus produtos.

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Em 2015, atendemos plenamente aos regulamentos e códigos voluntários relacionados a impactos na saúde e na segurança alimentar dos consumidores.

Nossos profissionais são incentivados a se manterem sempre atualizados. Neste sentido, acompanham o desenvolvimento de pesquisas sobre alimentos em geral e sobre grãos transgênicos, na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), e em outras instituições. Estudos e pareceres técnicos desses órgãos revelam não existir evidências de que os produtos disponíveis no mercado ofereçam algum risco para a saúde humana. Independentemente disso, a Bunge considera legítima e apoia a preocupação da sociedade civil com a questão.

A empresa mantém total conformidade com a legislação brasileira, que autoriza a comercialização de produtos com componentes transgênicos e determina que a embalagem contenha essa informação nos casos em que a quantidade de transgênicos na formulação supere 1%. Assim, as linhas de maionese são rotuladas por conterem amido de milho, cultivo em que os transgênicos já superam 80% da safra nacional, segundo levantamentos de mercado. Para os óleos de milho e de soja, mesmo que os produtos finais não tenham componentes transgênicos ou que estes estejam abaixo do limite estabelecido pela legislação, a Bunge inclui, por liberalidade, informações sobre transgenia em seus rótulos.

Acreditamos que o cultivo desses produtos proporciona ganhos relevantes para a agricultura, como menor uso de defensivos, com consequente redução das emissões e aumento da produção em uma mesma área cultivada. Assim, a biotecnologia pode ser utilizada como forma de elevar a produtividade e reduzir a pressão por novas áreas de plantio

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