| A Bunge, de acordo com sua Política de Sustentabilidade, promove o desenvolvimento econômico das regiões onde opera, instituindo
conjuntamente ações de respeito ao meio ambiente e de responsabilidade social. |
|
Algumas ações podem ser elencadas, conforme descrito a seguir:
• Atuamos em todas as regiões geográficas brasileiras, respeitando as respectivas legislações e as políticas de zoneamento de atividades estabelecidas pelo poder público local;
• Nossos contratos de compra da produção agrícola têm cláusula de rescisão unilateral caso as autoridades legais comprovem passivos ambientais e sociais por parte de nossos fornecedores. Apenas produtores que sigam rigorosamente a legislação ambiental e social vigente podem fornecer grãos para a Bunge. Assim, promovemos a regularização dos produtores rurais não firmando negócios com aqueles que não respeitam as leis ambientais e trabalhistas.
• Temos importantes e ativas parcerias com ONGs voltadas para a conscientização de produtores rurais sobre a importância da manutenção de reservas legais nas fazendas, bem como da reconstituição da flora e fauna regionais. Em projetos já com mais de quatro anos de atividade, cerca de 200.000 ha de fazendas estão sendo trabalhados, possibilitando aos nossos parceiros do campo a regularização das propriedades dentro dos melhores conceitos ambientais de conservação do solo e produtividade.
• Somos signatários tanto individualmente quanto por meio da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove) do Pacto para a Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil. Assim, a Bunge está compromissada a não trabalhar com produtores rurais que tenham sido condenados por desrespeito às leis trabalhistas em suas propriedades.
• Com a Política Mundial de Meio Ambiente, nossas empresas estão empenhadas na superação das necessidades básicas da legislação:
• Desenvolvemos centros de educação ambiental para funcionários e comunidades onde atuamos, contribuindo ativamente para a sensibilização das pessoas acerca de assuntos pertinentes à preservação ambiental e reciclagem de embalagens, com oficinas e cursos especialmente elaborados para despertar o compromisso comunitário;
• Projetos premiados, como o Figueira Branca, estão permitindo a criação de reservas de proteção ambiental permanentes, preservando intactos alguns ecossistemas em iniciativas de respeito à natureza e às gerações futuras.
• Somos pioneiros, setorialmente, na certificação de unidades de fertilizantes com a ISO 14001. Além da expansão dos programas de ISO, trabalhamos assiduamente pela prevenção de poluição e minimização de resíduos;
• Realizamos centenas de cursos e palestras sobre agricultura sustentável, por meio de equipe técnica treinada e capacitada, investindo na extensão rural nas regiões produtoras;
• A Bunge é pioneira na implementação da agricultura de precisão, técnica de racionalização e otimização na aplicação de insumos que possibilita o melhor uso de fertilizantes com a análise de custo-benefício. Considerando que o aumento da produtividade é a chave para o sucesso na agricultura, diminui-se a necessidade de expansão da fronteira agrícola na busca por novas áreas e obtém-se a elevação da produção por meio do aumento da produtividade em áreas já estabelecidas;
• A transparência nas operações faz parte dos valores de nossa corporação. Assim, adotamos a metodologia de GRI (Global Reporting Initiative) para a realização do Relatório Anual de Sustentabilidade Bunge. Com o emprego de padrão internacional, apontamos as realizações e possibilitamos a aferição, o acompanhamento e estabelecimento de metas tangíveis e as avaliações de desempenho de iniciativas da empresa que sejam relacionadas à sustentabilidade;
• A Bunge promove a interação de seus parceiros comerciais, sejam eles fornecedores ou clientes, e incentiva seu comprometimento para que haja a multiplicação de princípios básicos de boa conduta e o desenvolvimento econômico das comunidades. Internamente, fazem parte do planejamento das unidades:
• Valorização de mão-de-obra local;
• Contribuição a entidades de formação profissional nas comunidades;
• Abertura da empresa para a capacitação de estagiários e criação de acordos empresa-escola;
• Valorização dos centros rurais, possibilitando a melhora da infra-estrutura regional para as cidades;
• Investimentos em infra-estrutura de portos e modais logísticos, permitindo o desenvolvimento de toda a sociedade.
|